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Karma: a colheita…

Karma é uma palavra em Sâncristo (Uma língua clássica sagrada da Índia) que significa Ação. “Kr” significa agir, e “Ma” significa efeito, resultado.

É uma lei Universal com equivalência na lei da Física clássica, na qual para toda ação existe uma reação, de igual intensidade no sentido contrário. É igual dizer, que cada “ação” que praticamos, conscientes ou não, sofreremos em igual intensidade as suas “conseqüências”, em algum tempo que não necessariamente o linear.



Tal lei aplicar-se-á a qualquer indivíduo, independente de crenças, religião, condição econômica, cultural ou social.

É uma lei de equilíbrio Divino, dando a cada um a oportunidade de avaliar e corrigir seus atos quando fora da ordem do “Amor”. Sendo assim, o Karma ajusta o efeito da causa, para o momento em que ele se manifesta. Isso significa que, enquanto não tomamos a consciência de que somos responsáveis pelo que vivemos, pois criamos em algum tempo, criaremos mais causas sobre a já existente, potencializando assim as suas conseqüências, ou “efeitos” que irão se manifestar em algum tempo da nossa existência. Essa existência pode ser o presente ou futuro.

Entendendo que o Universo é perfeito, tudo que está fora da ordem, tende a andar para ela. Não é uma injustiça ou vingança de um Ser Superior, pois Ele, sendo “Amor Incondicional”, não conhece sentimentos de baixa vibração. Contrário a isso, permite-nos  a mudança através da conscientização.


Somos nós quem resistimos a aprender as lições, e nos colocamos em permanência de desafios.

O propósito Divino é que alcancemos o equilíbrio e harmonia conosco, com todos e tudo ao nosso redor, acelerando assim o nosso processo de aprendizado, tornando-nos, verdadeiramente, imagem e semelhança de Deus.

O pagamento do Karma, falando de uma maneira grosseira, dá-se através do nosso entendimento e aceitação com amor e não dor e lamentos, onde, certamente, seremos mais cuidadosos com as nossas ações, começando por nós mesmos e por todos que dividimos a vida nessa existência, mesmo que não os conheçamos diretamente.


Enquanto permanecermos em uma mentalidade física, de que a vida é o que vivemos e podemos sentir com os nossos cincos sentidos, que precisamos “ter” e não “ser’, atropelando a nós mesmo com ansiedades, dores, disputas de poder, apego ao que não podemos levar na hora da certa partida de cada um, estaremos, certamente, gerando mais “causas” para nós e para os outros, distanciando-nos de uma consciência plena, privando-nos do conhecimento que nos levará à libertação de efeitos que tanto nos causam dor e questionamentos.

Continuaremos a ter frutos estragados em nossas colheitas, e ingenuamente buscaremos o culpado fora, quando somos nós os únicos responsáveis. 

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Direitos autorais da imagem de capa: adrenalinapura / 123RF Imagens

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