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Leandro Hassum responde desabafo de Juliana Caldas sobre nanismo em “Amor Sem Medidas”, da Netflix

Leandro Hassum
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O ator Leandro Hassum, que interpreta o cardiologista Ricardo Leão no filme da Netflix “Amor Sem Medidas”, se manifestou sobre a postagem feita pela atriz Juliana Caldas na quarta-feira (1). Por meio de vídeo, Juliana criticou a forma como o tema nanismo é abordado no filme e as piadas capacitistas e preconceituosas.

Estrelado por Leandro Hassum e Juliana Paes, “Amor Sem Medidas” gira em torno do romance entre os personagens, sendo o principal desafio a diferença de tamanho por causa do nanismo de Ricardo. Em sua crítica, Juliana Caldas diz que não se sentiu representada e pediu respeito e empatia para as pessoas.

Na nota divulgada pela assessoria de imprensa de Hassum, o ator afirmou que vem trabalhando para não dar espaço a nenhum tipo de preconceito, segregação ou exclusão, mas compreende que o mundo está longe de ser o ideal.

“Esta foi a intenção, por meio da leveza do humor, abordar a importância de vivermos num mundo com mais amor e respeito, onde ser aceito e amado independe de características físicas. Fico aqui com o coração doído por, de algum modo, não ter transmitido isso a Juliana Caldas e mais que aberto a acolhe-la com meu total carinho e respeito.”

Além disso, Leandro Hassum pediu desculpas e disse que a intenção do filme não era machucar as pessoas.

“Sinto muito de verdade, pois jamais quero através dos meus filmes e arte causar dor. Ao contrário, meu propósito sempre será divertir, entreter, pois acredito no humor agregador para a família toda. O filme conta uma história de amor, de pertencimento e de inclusão, valorizando as capacidades de seus personagens e repudiando qualquer preconceito, de qualquer espécie”, completou Hassum.

Juliana Caldas chora ao falar de nanismo em filme

Em seu vídeo Juliana Caldas refletiu sobre a falta de empatia do público e da produção. A atriz diz que o nanismo ainda não é levado tão a sério quanto outras causas e ainda é aceito pelo público geral o humor capacitista.

“Não dá mais para aceitar hoje um filme que faz você sentar e rir disso, rir dos outros, rir da condição do outro, sabe? No caso, né, da deficiência do nanismo”. Para ela, está se tornando cansativo explicar o óbvio e pedir a empatia das pessoas. “Eu espero que as pessoas realmente, além de entender, coloquem em prática a empatia”.

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