Animais

Turista flagra leopardo negro considerado raríssimo e fotos surpreendem!

Foto: Reprodução
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O estudante tinha apenas 23 anos quando fez os registros em sua primeira viagem de safári na Índia, algo que sequer os fotógrafos experientes conseguem com facilidade.

O último registro de um leopardo com melanismo feito por um fotógrafo profissional foi há mais de 100 anos, e o mundo inteiro se surpreendeu quando um estudante de apenas 23 anos conseguiu um feito que muitos tentam: fazer fotografias impressionantes de um leopardo negro considerado raríssimo.

Pode parecer história de cinema, mas é a verdade. De acordo com reportagem do Yahoo, Abhishek Pangis, um estudante de engenharia que tinha 23 anos na época, capturou fotografia disputadas posteriormente na mídia. O jovem, que nasceu em Pune, no estado de Maharashtra, na Índia, estava em um passeio com os pais há dois dias quando tudo aconteceu.

Aquele era o primeiro safári que o jovem frequentava, na Reserva de Tigres Tadoba Adhari, local que é considerado o maior e mais antigo parque nacional de Maharashtra, outro motivo para causar ainda mais estranhamento com o caso. No segundo dia de viagem, ele e a família acabaram se deparando com o animal, e todos “ficaram em branco”, como relatou o jovem posteriormente.

Pangis era a única pessoa que estava com uma câmera fotográfica, por isso acabou sendo a única pessoa a registrar aquele momento tão impactante. “Eu não tinha visto nada tão bonito. Fiquei completamente atordoado e voltei aos meus sentidos depois de 10 minutos, quando comecei a clicar em fotos”, revelou o estudante.

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Direitos Autorais: Reprodução/Facebook

O acontecimento, que por si só já é raro, ainda se revelou mais impressionante. Enquanto a maioria das pessoas que já ficaram cara a cara com um leopardo com melanismo, relatam que só fizeram contato visual por cerca de dois ou três minutos, no máximo, Pangis ficou 40 minutos acompanhando o raríssimo animal.

“Eu o testemunhei bebendo água de uma lagoa, marcando seu território e perseguindo langures”, revelou o jovem, atraindo ainda mais a comunidade científica e a mídia. Quando o clima se revela mais quente, é o momento em que as chances de encontrar o leopardo aumentam, já que ele sai para buscar água, assim como a maioria dos outros animais.

Mas para conseguir avistar o animal, foi preciso mais do que paciência: foi preciso acreditar. Segundo Pangis, tinham cerca de 10 a 15 jipes de safári juntos naquela ocasião, mas depois de um tempo, todos ficaram impacientes e acabaram indo embora, restando apenas quatro que insistiram na tentativa de ver o animal.

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Direitos Autorais: Reprodução/Facebook

Como nenhum outro turista ou guia tinha levado uma câmera no momento, apenas Pangis conseguiu se aventurar nas fotografias quando o animal saiu a céu aberto. A sorte do rapaz foi notada por todos que estavam no local, mas que ao menos tiveram a chance de conseguir ver o leopardo tão incomum.

Melanismo e sorte

Muitos se perguntam o que faz com que a pele fique daquela forma, mais escura. O fenômeno se chama melanismo, e é justamente o desenvolvimento excessivo da pigmentação de cor escura da pele. Mesmo sabendo os espécimes existiam no local, Pangis não imaginava que ia conseguir avistá-los em seu primeiro safári, e muito menos que acabaria sendo o único a fotografar o momento.

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Direitos Autorais: Reprodução/Facebook

“Fotógrafos profissionais da vida selvagem gastam milhões e vários meses para vislumbrar animais tão raros”, explicou o estudante, que por uma questão de sorte, ou insistência, acabou tendo um dos momentos mais importantes de sua vida.