Libere sua criança interior. Vivencie a vida com alegria, bom humor e entusiasmo!



Ser criança é sonhar, imaginar. É brincar, pular, correr, rir e chorar. A criança é espontânea, sincera. Ela age com naturalidade, doçura e inocência. A pureza da criança encanta.

Nessa fase, não há limites para a imaginação. São milhões de mundos, universos e descobertas. Entre as muitas brincadeiras, como pega-pega, esconde-esconde, dava para ser herói e vilão no mesmo dia.

Quando criança, qualquer passeio que fizéssemos, como ir ao parque, tomar um sorvete, fazer um lanche, assistir a uma peça ou filme infantil era motivo de muita alegria e entusiasmo. Quando íamos passar o fim de semana na casa de nossos avós ou de nossos amiguinhos, então, era o auge da felicidade. Sem dúvida, grande parte das lembranças mais doces, sinceras e verdadeiras de nossas vidas são vivenciadas e experimentadas na infância.

Mas, nem tudo é brincadeira e diversão. É na fase infantil que nos deparamos com regras, limites, ouvimos vários “nãos” de nossos pais, de nossos professores e começamos a perceber que nem todo mundo vai agir igual agiríamos nas mais adversas situações. Tudo isso é importante e enriquecedor para o nosso amadurecimento e aprendizado.

Chega a fase adulta e nos damos conta do quanto a gente desejou crescer. Queríamos que passasse logo para conquistar a nossa independência tanto pessoal quanto financeira.

Nesse instante, bate o desejo de voltar no tempo, de viver todas aquelas experiências deliciosas que a infância nos proporcionou. Bate a saudade da alegria de ser criança, do sentimento puro e sincero que lidávamos com as circunstâncias da vida.

Nesse sentido, é importante termos a consciência de que a nossa criança interior está dentro de cada um de nós. Ela faz parte da nossa essência e não podemos aprisioná-la. Temos que libertá-la, deixando-a se manifestar e se expressar. E como colocar isso em prática? Vivendo a vida como a criança vive com positividade, otimismo, leveza, alegria, entusiasmo, bom humor e sinceridade. Agregando consciência de que cada um é responsável não só por suas escolhas, mas também pela forma que escolhemos passar por determinadas situações.



Não cabe agir, conforme o outro gostaria que agíssemos. Não dá para viver dependendo do outro ou em função do outro.

Precisamos aprender a importância da individualidade, respeitando a nossa essência. Precisamos ouvir com atenção o que preenche o nosso coração como a criança faz quando contamos uma história. Precisamos expor nossas vontades e sentimentos como a criança expõe quando quer algo.

Precisamos ser honestos e sinceros conosco mesmos como a criança é. Precisamos viver a vida com a alegria que a criança vive!


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