Hoje, vamos exercitar a libertação, fazer um trabalho de limpeza para remover toda energia ruim que o distancie de realizar seus sonhos.



Está pronto? Então vamos lá!

Comece pelo lugar. Feche os olhos e se pergunte: “Tem algum lugar a que estou preso? Um lugar em que fiquei – e ainda estou – envolvido com a energia?” Veja que lugar aparece na sua mente. Agora solte-o. O que é de lá que fique lá.

Diga para si: “O mundo não tem força sobre mim. Sou dono de mim e não vou me influenciar por nada ou por ambiente algum. Eu ajo da maneira que eu quero”.


Agora pergunte-se a que fato do passado está preso. Veja as pessoas envolvidas. Esse é um acontecimento mal resolvido: se seu corpo o está trazendo à tona é porque não foi assimilado nem aceito. Quando não aceitamos um fato, ficamos presos a ele e às pessoas. Só que tudo isso já foi, né?

Ficar preso ao passado é criar um gancho que não o deixa ir pra frente. Assim acontece com as mágoas. Quando você tem mágoa de uma pessoa, fica presa a ela numa ligação obsessiva e dolorosa.

Liberte-se!

Aceite os fatos e diga a si mesmo:


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“Eu fui o que fui e o que deu para ser. Me absolvo de qualquer culpa. E as pessoas? Também fizeram o que acharam ser o certo, e por isso as absolvo. Aceito as complicações da vida sem me conflitar com elas. Procuro recebê-las com inteligência, não com teimosia, arrogância, brigas. Me desapego e deixo as mágoas para trás. Deixo o passado passar. Para me sentir limpo e leve. Porque só existe o agora!”.

Agora solte os ouvidos. Pense:

“Eu permito que vá embora tudo o que ouvi. Cada um é livre para ter a sua opinião. E eu não dou valor àquilo que os outros falam. Ninguém é um obstáculo para mim. O do outro é direito do outro. O que me interessa é o que eu penso, falo, o que é meu. O importante é a serenidade”.


Entregue-se a essa palavra, que é como remédio: tem efeito poderoso.

E sua energia agora se transforma, purifica, desmancha trabalhos que você inconscientemente fez há anos. Serenidade é acreditar que as coisas podem ser feitas pelo bem. Sem guerra e sem luta. E, sim, pela inteligência.

Luiz A. Gasparetto

 


 

Libertando-se da síndrome do ”pobre de mim”…

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