Livre-se dessas três coisas e tenha uma mente íntegra e vibrante como a de uma criança!

Livre-se dessas três coisas e tenha uma mente íntegra e vibrante como a de uma criança: julgar, controlar e ser dono da verdade.

Julgamento

Quem nunca ouviu aquela história que uma pessoa se sentia incomodada por enxergar sempre uma sujeira no quintal do vizinho e, de repente, percebeu que a sujeira era uma mancha no vidro da sua própria janela?



Estudos dizem que quando julgamos estamos enxergando no outro algo que há dentro de nós mesmos e que nos incomoda, mesmo que inconsciente. Portanto, quando limpamos nossa “casa” interior e nos livramos de preconceitos e crenças negativas, passamos a enxergar melhor o bem que há em nós e, consequentemente, o bem que há nos outros.


Controle 

Que atire a primeira pedra quem nunca tentou controlar seus filhos, ou companheiros (as), ou amigos. E devemos lembrar que chantagens emocionais não são feitas apenas com palavras diretas ou indiretas, mas também com silêncios que possuem a intenção de manipular o alvo.

“Faça o que falo, mas não faça o que faço”. Devemos riscar esse ditado da nossa mente e trocar controles por exemplos.



Ser o dono da verdade

Às vezes, preferimos perder a paz do que perder a discussão, mesmo que no fundo já saibamos não ter razão. É o ego que grita dizendo “estou aqui” e nos controla ao invés de nós o controlarmos.

Mas, nem sempre foi assim.  Quando éramos crianças o rancor durava poucos minutos e logo já estávamos brincando com o nosso “agressor”, ou o agressor também já havia esquecido o mal que havíamos causado. Quando foi que deixamos o ódio nos dominar ao ponto de ficarmos dias, e até anos, sem nos conciliarmos com alguém por nos considerarmos donos da verdade?

É sempre tempo de recordar e assumir o controle dos próprios atos.


Livrando-nos dessas três características acima, voltamos a ter a mente leve de uma criança e assim conservamos a pureza de amar.

Vamos recordar e voltar a ser como a criança 

Que conserva em seu coração a pureza

Na naturalidade de após o tombo se levantar

Voltar a correr e esquecer após chorar 

Que a tristeza possa durar minutos

E a alegria durar horas

Que a dor sempre dê lugar ao amor

No melindre que logo vai embora

 Que voltemos a sonhar

Na ingenuidade de amar

Sem receios nem medidas

Sem medo das despedidas.

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