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Luciana Gimenez rebate comentário sobre a sexualidade do filho: “Faz diferença?”

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Sobre as mensagens dos seguidores questionando se Lucas Jagger, seu filho de 22 anos, é homossexual ou heterossexual, a apresentadora deixou claro que isso não importa.

A orientação sexual é a forma como cada pessoa experiencia suas relações afetivas e sexuais, por qual sexo e/ou gênero se sente atraída, seja de maneira física ou emocional. Anteriormente, acreditava-se que os indivíduos homossexuais escolhiam por quem se atrair, por isso chamavam de “opção sexual”. Com os avanços dos estudos e pesquisas, essa teoria caiu por terra, pois muitos especialistas defendem que não é uma questão de escolha.

Quando entramos no campo do gênero e da sexualidade, muitas pessoas se sentem confusas quanto aos termos e conceitos, preferindo ficar de fora do debate a reconhecer que ainda não conhecem a fundo cada nomenclatura. A verdade é que existe tanta importância em enunciar as diferenças quanto em vivenciá-las, porque durante muitos anos, homossexuais, lésbicas, queers, entre outros, sentiam-se sem espaço no mundo para expor o que passavam, os preconceitos e sofrimentos.

A epidemia de aids foi relatada oficialmente há pouco mais de 40 anos, em junho de 1981, quando um relatório sobre cinco jovens gays de Los Angeles (EUA), que tinham contraído uma infecção pulmonar incomum, saiu no resumo semanal de saúde pública do Centro para Controle de Doenças (CDC). Conhecida na comunidade médica como pneumonia por Pneumocystis carinii (PCP), dois dos rapazes morreram.

Conhecida pejorativamente como “peste gay”, a síndrome da imunodeficiência adquirida (aids) não recebeu a atenção que deveria de governos, entidades, profissionais de saúde nem de cidadãos. Muitos pensavam que a doença estava ligada ao estilo de vida de homossexuais, mesmo que já existissem casos em mulheres, bebês, pessoas com hemofilia e usuários de drogas injetáveis.

Se os homossexuais já sofriam preconceito antes da década de 1980, com a aids tudo piorou. Chamar alguém de gay é considerado algo pejorativo na nossa sociedade, e mesmo em 2022, muitos indivíduos ainda têm a necessidade de se impor, mostrando que a orientação sexual ou o gênero são coisas que independem, sem a necessidade de ser pauta de debate que não tenha o objetivo de construir novos paradigmas.

A apresentadora Luciana Gimenez, de 52 anos, usou suas redes sociais para mostrar aos seguidores que alguns assuntos são minimamente constrangedores e que a forma como os usuários fazem as perguntas acaba sendo pejorativa. Mãe de Lucas Jagger e Lorenzo Fragali, muitas pessoas, de acordo com a artista, usam sua caixa de perguntas e até mesmo a seção de mensagens diretas do Instagram para lhe perguntar sobre a sexualidade do primogênito.

2 Luciana Gimenez rebate comentario sobre a sexualidade do filho Faz diferenca

Direitos autorais: reprodução Instagram/ @lucianagimenez

Lucas Jagger, de 22 anos, fruto do relacionamento da apresentadora com o cantor Mick Jagger, protagoniza vários cliques usando looks sem gênero ou considerados femininos pelo público. Um seguidor perguntou, de maneira bem direta, se o filho era heterossexual ou homossexual, e Luciana respondeu perguntando ao indivíduo se isso faria alguma diferença.

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Direitos autorais: reprodução Instagram/ @lucianagimenez

Como resposta ao comentário da apresentadora, outro seguidor disse que não estavam perguntando se fazia diferença ou não, mas se ele é gay. Luciana novamente respondeu, perguntando se ainda estavam nesse assunto e que estava rolando uma “obsessão” por parte dos usuários da internet.

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Direitos autorais: reprodução Instagram/ @lucianagimenez

A apresentadora já disse em diversos momentos que, desde que engravidou de Lucas, a imprensa a assediou de uma forma com a qual não soube lidar, a ponto de sair em mais de 500 capas de revista. Por esse motivo, optou por criar o primogênito o mais distante possível dos holofotes, e apenas na adolescência ele voltou a aparecer com mais frequência em colunas e artigos de famosos.

A maneira como Luciana Gimenez escolheu lidar com a homofobia encontrada nas redes sociais retrata seu ponto de vista intolerante a perguntas de cunho pessoal, principalmente porque envolvem outra pessoa.

Quando famosos se posicionam publicamente, são referência para a comunidade LGBTQIA+ e auxiliam na manutenção dos debates saudáveis sobre os impactos da homofobia. Ainda assim, vale lembrar que a orientação sexual e o gênero de terceiros não são assuntos passíveis de discussão, justamente por isso, independe se Lucas é ou não homossexual, o que deve imperar é o respeito.

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