Comportamento

“Luz no fim do túnel”, diz brasileira vacinada contra covid-19 no Reino Unido!

luz no fim do túnel diz brasileira vacinada contra covid 19 no Reino Unido

A pesquisadora brasileira comemorou a liberação da vacina e encorajou outras pessoas a tomarem suas doses!

Maria Lúcia Possa, uma pesquisadora brasileira que vive no Reino Unido, foi uma das primeiras pessoas a receber uma das duas doses da vacina Pfizer BioNtech, contra o novo coronavírus.

Ela trabalha no Hospital Universitário Royal Free e é parte do grupo de risco, por conta de um transplante de rins, conforme explicou ao Globo News. Ela faz parte do grupo 1 do plano de vacinação da primeira dose da vacina do Reino Unido, que priorizou profissionais de saúde, pacientes idosos e pessoas do grupo de risco.

Maria disse que ficou sabendo da vacinação durante sua folga, quando recebeu uma mensagem de um colega de trabalho, pedindo para ela checar o próprio e-mail, porque poderia estar na lista dos funcionários do hospital vacinados na primeira fase.

A pesquisadora disse que, assim como todo mundo, ela está cansada da doença, das restrições e de ter de ficar em casa. Ela acrescentou que ontem foi o primeiro dia, mas que o importante é haver luz no fim do túnel.

A segunda dose da vacina está prevista para o dia 5 de janeiro de 2021; depois disso, ela tem planos de voltar ao Brasil para o aniversário da mãe, que fará 100 anos.

Sobre os efeitos da vacina, Maria relatou uma leve dor no braço e sintomas fracos de gripe, o que é considerado normal. Ela também disse que a vacina dói menos do que a da gripe, e que a única diferença é que essa seringa é mais longa e demora mais para depositar a dose.

Cerca de 400 mil pessoas no Reino Unido receberão as duas doses da vacina nessa primeira leva, com 21 dias entre a primeira e a segunda aplicações. O efeito total da imunização pode ser verificado uma semana após a segunda dose.

Muito feliz com esse novo período de sua vida, a pesquisadora deixa uma dica para aqueles que têm a oportunidade de se imunizar com a vacina da Pfizer: “Caso ofereçam a vacina, tomem”, e que deseja a liberdade de volta, com a tranquilidade de que não infectará ninguém.

Na manhã desta quarta (9), agência regulatória do Reino Unido publicou um comunicado alertando que “pessoas com histórico de reação alérgica significativa a uma vacina, medicamento ou alimento (como histórico anterior de reação anafilactoide [semelhante à anafilaxia] ou aqueles que foram aconselhados a carregar um autoinjetor de adrenalina) não devem receber a vacina Pfizer BioNtech”.

O comunicado ocorreu depois que dois servidores do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido com histórico de reações alérgicas significativas não responderam bem à primeira dose, no dia 8, no entanto, ambos já passam bem.

Médico judeu sobre atendimento a paciente de covid-19 com tatuagens nazistas: “Reconheço que hesitei”

Artigo Anterior

Menino que perdeu perna em zona de guerra dança de alegria ao receber uma prótese. Ele poderá andar!

Próximo artigo