O Segredo

Mãe de bebê que morreu de covid-19 diz não se arrepender de não ter tomado a vacina

A mãe abriu o jogo sobre a sua decisão e seus comentários têm gerado polêmica. Entenda!



A covid-19 está presente na nossa rotina desde o ano passado, quando a pandemia estourou no mundo. Infelizmente, ela chegou para mudar as coisas para pior, e tem transformado as nossas vidas dentro e fora de casa, instalando uma ditadura do distanciamento, que vem trazendo consequências tanto para o nosso bolso quanto para a nossa saúde emocional.

Em alguns lugares do mundo, os casos continuam aumentando e gerando medo e preocupação. No entanto, por causa da vacinação, são muitas as pessoas que já se sentem muito mais tranquilas e protegidas para viver a sua rotina.

A importância da vacinação tem sido diariamente reforçada, especialmente depois de mais de 5 milhões de mortes, segundo dados mais recentes da Our World In Data. No entanto, mesmo nesse cenário, existem pessoas que questionam a eficácia das vacinas e preferem não ser imunizadas.


Esse é o caso de Katie Leeming, uma jovem de 22 anos de Lancashire, na Inglaterra. Ela tem causado polêmica por algumas declarações malvistas sobre a situação do mundo atual e também de sua vida privada.

Conforme contado pelo Daily Mail, a jovem teve uma filha chamada Ivy-Rose Court, que morreu recém-nascida vítima de covid-19. Leeming não tinha se vacinado contra a doença, e disse que mesmo após a morte da filha, não se arrependeu de sua decisão.

A jovem, que tem outros três filhos, contou na entrevista que leu sobre a vacinação em grupos de gravidez, por onde ficou sabendo de uma mulher vacinada que deu à luz um natimorto na semana seguinte. Embora admita que a vacina poderia não ser o único fator por trás da morte, a jovem disse que isso a assustou.

Leeming disse que não se arrepende de não ter se vacinado e ainda citou o fato de que houve pouca pesquisa sobre os efeitos dos imunizantes em longo prazo na gravidez.


Segundo a jovem, em alguns momentos, perguntou-se se a vacinação faria com que sua filha estivesse viva hoje, mas sua parteira não lhe permitiu seguir com esse pensamento.

Katie manifestou sintomas semelhantes aos de resfriado, no início de outubro; o diagnóstico da doença veio por meio de um teste de PCR. No começo, ela relatou que se sentia “absolutamente bem”, mas depois de uma semana passou a sentir palpitações e sua frequência cardíaca disparou.

Como não sentiu o bebê se mexer após alguns dias, entrou em contato com o hospital, que viu que a situação estava grave e imediatamente optou por retirar Ivy-Rose. A gravidez era de apenas 26 semanas.

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Direitos autorais: Arquivo pessoal.


Leeming, que já teve dois filhos prematuros, sabia dos riscos, mas estava esperançosa. No entanto, a recém-nascida contraiu covid e começou a piorar. Em 21 de outubro, os médicos pediram para que ela e a família ficassem com a bebê, pois não sabiam se ela estaria viva à noite.

Sua situação continuou piorando até que a família optou por desligar os aparelhos no começo do dia 22.

A jovem mãe revelou que já passou por todos os estágios do luto da perda da filha, desde o entorpecimento até uma melhor visão da realidade. Agora Leeming e seu marido desejam preparar uma grande despedida para a filha, com flores e uma carruagem puxada por cavalos.

Um porta-voz do Blackpool Teaching Hospitals NHS Foundation Trust, onde a recém-nascida ficou internada, pronunciou-se sobre o caso, dizendo que toda a equipe está triste com a morte de Ivy-Rose, reforçando o apoio aos familiares.


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