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Mãe desabafa sobre filha odiar o nome: “Eles me avisaram que ela não gostaria”

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Mãe viraliza na internet ao narrar como foi avisada de que um dia sua filha detestaria o nome que escolheu.



Todo o processo para se tornar pai e mãe é recheado de expectativas. A começar pela escolha do nome da criança que está por vir. No entanto, não é sempre que essa escolha é acertada. O caso da norte-americana Kiersten Warner nos ajuda a entender quão delicado e – por que não, cômico – esse processo tão fundamental de nossas vidas pode vir a ser.

A tiktoker Kiersten Warner compartilhou em seu perfil a forma como seus amigos e familiares a avisaram que, um dia, sua filha odiaria o nome que lhe foi dado.

A americana Kiersten Warner e seu companheiro escolheram batizar sua filha de Aaliegha. A escolha se deu por acreditarem ser um nome bonito e forte, e nem sequer imaginaram que a decisão geraria tamanho contragosto nas pessoas à sua volta.


Kiersten começa seu relato no Tiktok se perguntando quantas mães já passaram por uma situação parecida com a sua, isto é, quantas já ouviram de amigos e familiares que suas filhas viriam a odiar seu nome assim que crescessem.

Em seu vídeo, a mãe se pergunta quais as razões de sua filha detestar o nome. Em sua visão, se ela reprovasse de fato sua escolha, bastaria utilizar um apelido, como Legha ou Allie, por exemplo.

Acontece que, de fato, a previsão de todos se confirmou. Aaliegha cresceu e odeia absolutamente seu primeiro nome. Segundo conta a mãe de forma bem-humorada, a única pessoa que a garota permite chamá-la de Aaliegha é ela. Do contrário, exige que a chamem de Allie Mae, o que sua mãe não reprova de forma alguma, na realidade, assume achar adorável.

De todo modo, a mãe lamenta ter levado longos seis meses, com seu parceiro, no processo de escolha do nome para, no fim, ser implacavelmente rejeitado.


A impressionante repercussão do depoimento gerou milhares de comentários na rede social, grande parte deles pedindo para a mãe não se deixar abater pela rejeição da filha. Os comentários pediam que ela não levasse para o lado pessoal e ainda desencadearam uma série de outros depoimentos.

Neles, as pessoas, além de a consolar, dizendo que é natural que se odeie o nome de batismo por certo período, mesmo que indeterminado, mas que todos tendemos a aceitá-lo com o passar do tempo, ainda compartilharam suas histórias pessoais. Parte da audiência viveu algo parecido: quando pequenos odiavam seus nomes, hoje o apreciam justamente por fugir do comum.

Alguns ainda lembraram que nem sequer é preciso que o nome seja extravagante para despertar estranhamento. Um dos internautas lembrou que sua família o reprovou ao escolher “Helena” para sua filha, por ser “nome de velha”.

Por mais cômico que seja o episódio, sobretudo pelo tom bem-humorado de Kiersten, a situação nos ajuda a pensar no quão delicado pode ser esse momento.


Basta jogar um caso como esse em uma conversa para, da mesma forma como aconteceu no depoimento de Kiersten, aparecer uma série de casos semelhantes.

É natural que os filhos se revoltem, pelo menos por certo período, a respeito de seus nomes, afinal, diz respeito a suas identidades. Do mesmo modo que a escolha dos nomes está profundamente ligada às identidades de seus pais, isto é, suas referências, suas predileções, suas histórias, seus fascínios.

Esses dilemas da vida cotidiana devem ser conduzidos da forma mais saudável possível. Desde que não sirvam para alimentar desavenças, o compartilhamento dessas histórias sempre será bem-vindo para reviver e rememorar boas histórias em família.


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