Comportamento

Mãe é discriminada por sua roupa e impedida de entrar na escola do filho: “Nunca me senti vulgar”

Por causa de suas vestes, ela foi impedida de entrar na escola para participar de uma reunião. O marido gravou tudo e jogou o vídeo nas redes sociais. Entenda!



A forma como uma mulher se veste sempre se torna assunto. Mesmo que seja para elogiar, a maneira como ela se comporta e se expressa em relação às roupas causam comentários. Mas basta sair do padrão considerado “aceitável” para a sociedade que as ofensas começam a acontecer.

Quando as roupas evidenciam o corpo feminino, os julgamentos acontecem com mais rapidez. Se essa mulher é mãe, as críticas são ainda mais duras pois, perante a comunidade, mulher que tem filho precisa se portar de outra forma para ter respeito.

Isabel Castro não foi alvo apenas de julgamento e críticas a suas roupas. O que aconteceu com ela foi mais além. Pela maneira como estava vestida, foi impedida de entrar na escola do próprio filho, à qual foi chamada para participar de uma reunião.


Direitos autorais: reprodução Instagram/@isacastrom.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@isacastrom.

Ela decidiu denunciar a escola por discriminação, alegando que não pôde entrar por causa de seu top. De acordo com informações do The Sun, o motivo do encontro com os pais era para falar sobre os protocolos de biossegurança de retorno às aulas presenciais.

Isabel foi barrada por uma pessoa que disse ser do Conselho de Pais e Representantes da instituição e a informou que não estava de acordo com as regras de vestimenta. Ficou surpreendida com o ocorrido e respondeu que não havia absolutamente nada de errado com suas roupas, mas mesmo com a explicação não pôde entrar.


O marido filmou todo o acontecido e jogou nas redes sociais. Muito incomodada e irritada com a situação, Isabel também relatou em seu Instagram sua insatisfação, mostrando a roupa que usava no dia, um top branco decotado e uma calça jeans justa.

Afirmou que, ao sair de casa, conferiu o visual no espelho e se sentiu bem vestida, e não de forma vulgar. Por causa da publicação do vídeo, o assunto viralizou na internet e, em pouco tempo, muitos comentários dividem opiniões na web.

A mulher que barrou sua entrada disse que ela não poderia estar vestida daquele jeito porque o local era uma instituição educacional. Isabel contou que seu filho estuda na escola há cinco anos e em todas as reuniões a que foi chamada se vestiu da mesma forma, sendo essa a primeira vez que foi barrada.


Alegou que o sentimento de discriminação foi forte e afirmou que ninguém tem o direito de julgar, apontar ou criticar uma pessoa, dizendo que a reação da escola foi extrema. Concluiu que não é porque uma mulher tem filhos que ela precisa andar coberta, achar-se feia e carrancuda, impedida de expressar sua alegria. Depois de muita discussão, ela conseguiu entrar na escola com autorização dos professores, dos quais um, sensibilizado com o ocorrido, pediu-lhe sinceras desculpas.

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