Comportamento

Mãe gasta R$ 14 mil em roupas de grife para filho de 10 anos porque ele gosta de se vestir bem

Enquanto para alguns pais a melhor invenção foi o uniforme para que os filhos não precisem sujar as próprias roupas, para Doris gastar muito dinheiro com roupas de marca para o filho não há problema.



A moda trabalha com exclusividade. Quanto mais exclusiva for uma roupa, o corte de uma peça ou uma marca, mais alto é o seu valor. Para alguns, usar roupas de grife nem sequer entra no orçamento familiar, mas para outros faz parte da rotina, e nem sequer imaginam como seria sair de casa sem uma etiqueta que mostre o seu poder aquisitivo.

Em um mundo onde o consumo se torna quase parte da nossa essência, muitas pessoas cometem loucuras em busca de uma imagem que as aproxime do ideal de beleza oferecido pelos comerciais e pela indústria da moda.

Para a mãe de dois, Doris Russell, vestir um dos filhos com roupas de marca se tornou um mecanismo de premiação por todas as boas atitudes e comportamentos que ele apresente.


Com apenas 10 anos, Charlie já tem suas preferências, e adora designers como Tommy Hilfiger e Cotton Candy, fazendo com que sua mãe gastasse cerca de R$ 14 mil em roupas e acessórios para sua volta às aulas.

Ao invés de comprar roupas para si mesma, Doris prefere economizar dinheiro para agradar ao filho, oferecendo todas as peças que ele deseja. Em reportagem do The Sun, a mãe conta que seus maiores gastos foram em peças da Tommy e tênis para usar na escola, Nike Airforce 1. Doris já chegou a pagar caríssimo por cuecas de botas da Nike, em que ele também demonstrou interesse, mesmo sabendo que os uniformes escolares seriam infinitamente mais baratos.

Direitos autorais: reprodução/arquivo pessoal.

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Doris explica que Charlie acabou se tornando mais consciente de sua imagem depois que foi modelo para a Adidas, Tommy Hilfiger e Zara, nos últimos meses, e agora se recusa a usar roupas de educação física que a escola oferece, acreditando que não traduzem sua essência. Ela ainda é mãe de Freddie, de 6 anos, e também atua como cuidadora adotiva, passando algum tempo com crianças que precisam de lar, mas sem adotá-las oficialmente.

Neste tempo de pandemia, segundo a mãe, o primogênito desenvolveu o hábito de se vestir com roupas de marca diariamente, mesmo que não saíssem de casa, e foi se tornando cada vez mais difícil aceitar peças que não fossem de grife. Mesmo comprando tudo que ele pede, ela conta que realmente acha os valores dessas marcas muito altos, por isso não as compra para si mesma nem para o filho mais novo.

Doris agradece o fato de o caçula não se importar em usar roupas de lojas de departamento, sem se importar de onde as peças vieram, o que, para ela, é um grande alívio. Os gastos extravagantes da mãe chocam os pais que lutam para arcar com os preços das peças mais baratas, principalmente quando o local frequentado pelas crianças oferece uniforme.

Direitos autorais: reprodução/arquivo pessoal.


A mãe defende Charlie e diz que não acredita que ele seja mimado, apenas gosta de ser recompensado pelo seu trabalho árduo e pela boa educação usando roupas de grife. Ela explica que, desde os primeiros anos, ele já demonstrava se importar muito com a aparência. Os gastos também aumentaram quando ela precisou comprar roupas para as festas e encontros do filho depois da aula, e com aparelhos eletrônicos, como celulares e computador.

Mesmo sem cortar o cabelo há 12 meses ou comprar uma única peça de roupa para si no mesmo período, essa mãe ainda acredita que é mais importante agradar ao primogênito. Para Doris, dar o que o filho deseja está entre as coisas que considera mais importantes.

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