Comportamento

Mãe não deixa seus filhos dormirem em outras casas por segurança: “Não permito festas do pijama”

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A mãe compartilhou o seu ponto de vista sobre o assunto nas redes sociais e polemiza. Entenda!

O contato próximo com os amigos e as reuniões fora do período de estudo para brincar e aproveitar a vida são algo muito presente na vida das crianças e que acaba por nos fazer muita falta quando adentramos a fase adulta.

Em nossa cultura, os momentos de diversão com os amigos são bastante comuns, bem como as noites dormidas em suas casas, onde acontecem sessões de cinema e muitas brincadeiras. No entanto, para alguns pais, esse é um hábito a ser evitado.

Tara Huck, uma mãe dos Estados Unidos, tem uma opinião a respeito das noites do pijama, e fez questão de compartilhá-la nas redes sociais, a qual viralizou nos últimos dias.

A mulher, que é influenciadora de mídia social e mãe de duas crianças, compartilhou sua polêmica decisão de não permitir que seus filhos participem de festas do pijama.

No vídeo em que faz a revelação, Huck está em seu veículo e compartilha algumas “opiniões impopulares dos pais”. Entre elas estão: “Contanto que os deveres da escola e de casa estejam feitos, não limito o tempo de tela” e “Se eles não comerem o que eu faço, eles não comem“.

No entanto, foi a regra de “proibir a festa do pijama” que desagradou a muitas pessoas e acendeu um debate online. O vídeo, que foi compartilhado inicialmente no TikTok, já soma mais de 1,6 milhão de visualizações.

Nas redes sociais, algumas pessoas têm discordado duramente da opinião de Huck, dizendo que ela está impedindo os filhos de aproveitar as melhores coisas da infância e que precisa ser um pouco mais liberal.

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Direitos autorais: Reprodução Instagram / @tc.huck

No entanto, outras defendem o seu ponto de vista, afirmando que ela está certa em se preocupar com o bem-estar dos filhos, explicando que há muitas coisas envolvidas nesse tipo de evento, como a segurança das crianças e a confiança nos pais anfitriões.

Em entrevista ao Today, Huck disse que o motivo pelo qual não permite aos filhos ir a festas do pijama é a responsabilidade de cuidar de sua segurança. Ela acredita que os pequenos são vulneráveis enquanto estão dormindo e que apenas está tentando eliminar um fator muito pequeno, mas que pode prejudicá-los e fazer com que tenham uma infância traumática.

Quão seguras são as noites do pijama para as crianças?

Ouvida pelo Today, a neuropsicóloga pediátrica de Manhattan, Dra. Sara Douglas, explicou que é melhor os pais se concentrarem na redução de danos e na prevenção do que na proibição total desses eventos.

Para a profissional, o que torna essas experiências agradáveis e apropriadas para os pequenos está mais relacionado à sua individualidade do que à idade. Douglas explica que os pais devem fazer algumas perguntas a si mesmos e aos filhos, como: “A criança pode ser flexível o suficiente para seguir as regras de outra pessoa em um novo ambiente?”, “Do ponto de vista emocional, a criança pode estar em um novo lugar e se sentir confortável?”, e “A criança realmente quer ir?

A neuropsicóloga também explicou que é importante os pais terem a liberdade de perguntar aos pais anfitriões, por exemplo, como lidarão com as eventualidades durante a noite, como alguma criança querer voltar para casa mais cedo, como funcionará a alimentação e quem será o responsável por cuidar dos pequenos.

Douglas pontuou que brincadeiras independentes entre as crianças ensinam sobre criatividade, habilidades de resolução de problemas e confiança. Além disso, ainda que algo dê errado, como uma briga, há frutos a serem colhidos com isso, como o aprendizado sobre a vida social. Além disso, as noites do pijama oferecem uma oportunidade para as crianças agirem com maior nível de independência e proficiência.

Se as crianças não querem frequentar esses eventos, é importante entender o motivo para que uma ação seja tomada. Será que é por ansiedade de separação dos pais, insegurança? Saber a razão é essencial para resolver alguma questão emocional negativa associada a essa recusa.

Em última análise, é importante os pais tomarem a decisão com base no que acham melhor para seus filhos. Por enquanto, Huck segue firme em sua decisão.

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