Mais do que orar, sinta!

Quando rezamos de forma que sentimos o que estamos fazendo, a conexão ocorre naturalmente. Uma paz profunda e sincera demonstra que não estamos sozinhos, que estamos amparados e podemos confiar e nos entregar.



Seja lá qual for o nome que você dê à força superior geradora de tudo: Deus, Universo, Criador, Grande Espírito, Pai, Energia, Divindade, uma vez que você ore, seja da forma que for – com as suas palavras, com canções, com orações pontas, com meditação -, o mais importante é SENTIR.

Quantas pessoas vemos repetindo freneticamente “Pais Nossos” e “Ave Marias” por aí, ou entoando cantos, muitas vezes dentro de igrejas, mas que estão com a cabeça lá longe, que estão no modo automático, fazendo por pura obrigação, que muitas vezes se autoimpuseram?

Não que não tenha valor, mas quando SENTIMOS a coisa, tudo muda. Tudo fica mais intenso, mais verdadeiro, mais palpável. Mais necessário, inclusive.


É estabelecer uma CONEXÃO. Você não se sente mais falando com as paredes, com um ser que está longe (“lá no céu”, possivelmente) e que “pode”, eventualmente, estar te ouvindo.

É por isso que rezas impostas são complicadas. Porque a pessoa tem que querer estabelecer a conexão, a pessoa tem que sentir, e por ela mesma.

Quando rezamos de forma que sentimos o que estamos fazendo, a conexão ocorre naturalmente. E cada um tem o seu modo de percebê-la, seja sentindo calores, calafrios, luzes ou, simplesmente, PAZ. Uma profunda e sincera paz que demonstra que não estamos sozinhos, que somos amparados, que podemos confiar e nos entregar.

Sem necessidade de tempos prolongados, sem ter que deslocar a um lugar específico, sem obrigação com textos prontos, sem quantidade, mas com qualidade.


Faz toda a diferença, pode experimentar!


Direitos autorais da imagem de capa: wallhere.com / 38576

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