Mapa espalhado – escalada profissional – ato 1 (astrologia)

Muitos devem estar se perguntando o que deve ser esse tal de mapa espalhado?????



Será que é um tipo de quebra cabeça? Ou um tipo de quiz relacionado a geografia????

Nada disso. Estarei falando do meu Mapa Astral. Isso mesmo, tenho um mapa astral espalhado.

O que isso quer dizer? 


A roda zodiacal é composta por doze casas. Temos dez planetas habitando nelas, sendo dois desses planetas o Sol e a Lua, que não são propriamente planetas, porem na Astrologia são considerados como tais por conta de uma tradição milenar, já que o homem antigo não tinha ainda a capacidade técnica para diferenciar os astros no céu.

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Vamos lá, a posição dos planetas na minha roda zodiacal é um tanto espalhada, isto é, tenho planetas em variadas casas. Tenho oito dessas doze casas habitadas pelos dez planetas (espalhados).


As casas que tem planetas são: 1,4,5,7.8,9,10 e 11, todos eles fazendo uma determinada ação em cada casa.

Farei uma breve pausa para explicar rapidinho sobre o funcionamento desses planetas, signos e casas a seguir:

– As casas representam as áreas de sua vida: família, romances, filhos, comunicação, estudos, trabalho, vida social, saúde, etc…

– Os planetas representam as ações: o Sol representa sua essência, a Lua representa sua emoção, o Mercúrio representa sua comunicação, etc…

– Os signos representam seus comportamentos, por exemplo: Um Sol em Leão é de muito brilho, generoso, gosta de ser o centro das atenções; um outro exemplo, um Mercúrio em Gêmeos a pessoa tem uma comunicação muito fluída, fala sem problemas com qualquer pessoa, aprende muito rápido.

Continuando…

Desde muito nova, no período ainda escolar, os professores me falavam: Adriana, acho que você será jornalista ou repórter, de tanto que fala e questiona. E eu queria ser aeromoça, inicialmente, queria rodar o mundo. Mais tarde, outros professores: Adriana, acho que você seria uma ótima relações públicas, ou que trabalhasse com alguma coisa ligada a marketing. E eu: acho que vou fazer jornalismo ou turismo, mesmo.

No começo da minha adolescência também pensei em algo relacionado a esportes, pois tinha muita energia. Amava Basquete, nas férias jogava até com os meninos, ao invés de ficar em casa assistindo TV. As meninas do meu círculo de amizade, que posso dizer, não eram muito fãs de esporte, ainda mais Basquete (que era muito másculo rss). Quando fiz 15 anos parei de jogar, e me mudei para o interior. Foi lá que tive meu primeiro emprego – desenhista arquitetônica. Imagina, sou um desastre com as mãos!!!! Mas vamos lá….

Trabalhei na Prefeitura de Araçatuba por 3 meses como desenhista, era uma freelance. Depois arrumei um emprego, como auxiliar de escritório no Varejão Chaves, aos 16 anos, trabalhei lá por 9 meses, e me demiti para voltar pra São Caetano.

Fui para o segundo ano do “colegial” (hoje Ensino Médio), escolhi um curso técnico para fazer – Publicidade e Propaganda. Lembra que mencionei um pouco antes, que já tinha em mente jornalismo, turismo, ou até de uma certa forma a influência de meus professores da época de fazer Marketing na Universidade? Pois é, ainda os mantinha em mente….

Fui trabalhar na Catho, na época era uma Consultoria e Recolocação de Executivos. Primeiro trabalhei na área de Cadastro (Telemarking home office), depois fui para Mala Direta – amei essa área, fiquei muito pouco tempo, logo fui promovida para Eventos. Me tornei Hostess em eventos e cursos que a Catho promovia para executivos em hotéis cinco estrelas em São Paulo. Ali, descobri uma habilidade que realmente não tinha, e não queria alimentar, muito menos desenvolver – ser modelo, ou qualquer coisa que minha aparência viesse primeiro. As cantadas dos executivos me enojava, me sentia como um pedaço de carne a venda. A inveja e a competição das outras garotas, me melindrava ainda mais. Não podia ser quem eu sou, extrovertida, amigável e simpática – minhas qualidades me prejudicavam na convivência com as meninas, causava efeito contrário, mais inveja e inimizade por mim. Logo reconheci que aquele mundo não era para mim. Seria só uma questão de tempo, não duraria muito tempo…. O problema/A salvação era que eu era a queridinha do gerente da área, ele me adorava, portanto eu tinha um desafio e tanto nas minhas mãos. O que fazer com isso? Pensei, se ele gosta de mim, então quer me ver feliz, aqui não estou feliz, vou tentar de todas as formas que ele me transfira para uma outra área…. Eh, mas as coisas não funcionam exatamente como imaginamos ou arquitetamos, né?

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Meu plano e o tiro nem se quer saiu pela culatra…. Nada foi feito. Ele era duro na queda. Sai algumas vezes com ele. Fui ao teatro, jantar, ao cinema…. Até chegar o dia fatídico que ele queria algo a mais, claro!!!! E eu – Não, você não está entendendo…. Bom, quem não estava entendendo era eu, obviamente. Não deu outra, ou eu ficava com ele, ou nada feito, nem transferência e talvez até minha sobrevivência naquele ninho de cobras já corria risco.

O que fiz? Pedi minhas contas e cai fora daquilo tudo….

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