Maravilhoso exercício para não persistir nos erros

Sobre os erros: um erro pode ser benéfico ou maléfico em nossa vida, você está optando por qual?

Quem nunca cometeu erros? Mas agora vamos refletir sobre a importância dos erros na nossa vida, mas não os erros repetitivos, pois esses fazem mal, rebaixam a autoestima, acabam com a gente!

Tenho um exercício maravilhoso para não persistirmos nos erros, mas primeiro vamos falar sobre erros…

Como os erros são encarados por você?

O que acontecia, quando você era criança e errava?

Será que era assim como mostro nessa história? Espero que sim! Mas, essa história fantástica e verdadeira, que li num livro de Jack Canfield e vou compartilhar aqui com você, com certeza, não retrata como minha família encarava os erros que eu cometia quando criança. Arrisco até dizer que: a grande maioria das crianças não têm essa sorte.

Um famoso cientista e pesquisador responsável por várias descobertas médicas importantes, estava sendo entrevistado e o repórter quis saber o que o diferenciava das outras pessoas. Ele respondeu que, quando criança, aprendera uma lição inesquecível com sua mãe.

Contou que estava tentando pegar uma garrafa de leite e espalhou tudo no chão da cozinha.

Ao invés de repreendê-lo, sua mãe disse: Que bagunça maravilhosa você acaba de fazer!

Acho que nunca vi uma poça de leite deste tamanho. Bem, o prejuízo já está feito. Você gostaria de brincar na poça de leite antes de eu limpar tudo?

E, foi o que ele fez. Depois de um tempo, a mãe explicou que sempre que fizesse uma bagunça dessas teria também que limpar, que arrumar tudo como estava antes. Deu a opção de escolher o que preferia, uma toalha, um pano, uma esponja, um esfregão.

Ao terminar toda a limpeza ela continuou com sua sabedoria: O que aconteceu foi uma experiência fracassada de como carregar uma grande garrafa de leite com duas mãos pequeninas. Vamos agora para o quintal encher a garrafa de água e ver se você consegue descobrir uma maneira de carregá-la sem deixar cair.

O cientista comentou então que, naquele momento, ele perdeu o medo de cometer erros. Começou a encarar o erro como uma oportunidade de aprender algo novo.

O medo de errar vem lá de trás na nossa vida. De como interpretamos com culpa nossas imperfeições; de como ficamos com medo de perder a admiração dos nossos entes queridos, se eles se decepcionassem com nossos erros; de como éramos comparados aos outros quando cometíamos um erro, rebaixando nossa autoestima…

Mas esse medo que começou lá atrás, precisa ficar lá. Agora, nós já adultos, podemos compreender que o medo de errar faz com que não arrisquemos, que não vivamos o que queremos, que percamos oportunidades…

Precisamos sim errar, pois isso mostra que estamos fazendo, estamos tentando, estamos correndo atrás da mudança, da evolução.

O que não podemos é persistir nos mesmos erros!

Persistir nos erros é que nos faz mal, nos faz sentir impotentes, frágeis. Persistir numa relação tóxica, que nos faz adoecer. Persistir em hábitos que nos afastam de uma vida saudável, de alcançar o que queremos. Persistir num emprego, ou numa carreira, onde, ao levantar pela manhã já se pensa em acabar o dia, vivendo automaticamente uma rotina que nos leva a estar sentados no palco da nossa vida, assistindo tudo passar.

Este exercício vai fazer com que você saia do “piloto automático” e tenha clareza para prevenir, ou remediar, erros que não mais “cabem em sua vida”.


 Tudo precisa de treino na vida, de repetição, até tornar-se parte da nossa rotina. Escolha um erro por vez para avaliar. Veja o resultado. Aposte no autoconhecimento.

Quanto mais você souber como age e as razões de agir assim, mais chances você tem de se manter no caminho certo. No caminho que você delineou para você.

Desejo êxito na sua caminhada!

Abraço carinhoso!

Isabel


Direitos autorais da imagem de capa: Nikolay Draganov from Pexels



Deixe seu comentário