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Me digas o que escreves que lhe direi o que o inspira…

DIGAS ME O QUE ESCREVES FOTO DE CAPAA

A palavra vem do latim inspiratione e dos vários significados o que achei mais apropriado, foi entusiasmo divino. Não fazia ideia da verdadeira definição dessa palavra que esteve sempre presente em minha vida, mas que nunca havia colocado em prática.



Há 6 anos tive meu primeiro encontro com a inspiração. Lembro-me como se fosse hoje, navegava na internet ao som de minha música preferida I’l Mondo do cantor Jimmy Fontana, quando me deparei com uma foto.

Foi como se ativasse uma parte do meu cérebro. Ao ver a foto, escutando a música de fundo, tudo fez sentido, um sentido ainda que meio ilógico pois ainda não entendia bem o que estava acontecendo.

DIGAS-ME O QUE ESCREVES - FOTO 01


Numa fração de segundos, minha mente transformou-se num carrossel de imagens. Tentava coordená-las para que pudesse entender o que me diziam, mas como não consegui dar uma ordem lógica, comecei a escrever o que se passava. Quanto mais escrevia, mais imagens surgiam no intuito de me embalar numa dança textual de significados imaginários.

Depois de passado o estado de euforia, pude ler calmamente o que havia escrito. Para minha surpresa as palavras que escrevi de modo rápido e sem interrupções formavam o início de uma estória, mas não sabia como continuá-la até que um dia, a inspiração voltou em forma de sonho e com ela a tão aguardada continuação.

A partir desse momento a inspiração se tornou minha fiel companheira. Todos os dias escrevia páginas e páginas e o mais interessante foi que passei a ser uma leitora do que escrevia.

Essa pequena introdução que sempre conto para as pessoas que me perguntam como tudo começou é apenas o primeiro passo para se ter o “entusiasmo divino”. Gosto dessa palavra porque quando estou inspirada preciso de maneira rápida exteriorizar o que as emoções querem mostrar.


DIGAS-ME O QUE ESCREVES - FOTO 02

A percepção fica aguçada, e consigo sentir um certo “frisson” ao notar os sinais que o Universo envia de modo sutil. Desligo-me da realidade vivida e passo a habitar a realidade das emoções, pois será através dela que a inspiração irá me chamar.

Experiencio banquetes de sensações onde os sentimentos são traduzidos em emoções que enriquecem ainda mais minha inspiração. Sinto como um artista em busca da “obra” perfeita que seja capaz de exprimir o que enobrece minha alma.

A música e a foto tornaram-se meus amuletos inspiratórios, sempre que percebo estar sem inspiração, coloco a música e olho a foto, deixando que os sentimentos me guiem para um lugar onde somente as emoções podem estar.


Inspirar é ser capaz de selecionar emoções que lhe permita dar “asas” a sua imaginação!

Conte suas vitórias, não os fracassos!

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