Comportamento

Médico reencontra professora preferida da infância e ajuda em sua recuperação contra covid-19

Flávio reencontrou a “tia Elzinha”, sua professora do pré, na UTI do hospital onde trabalha, e publicou uma linda homenagem quando ela recebeu alta.



Desde muito novos, frequentamos a escola, passamos tanto tempo da infância e adolescência dentro dessa instituição, que é extremamente comum alimentar simpatia por alguns professores. São pessoas que fazem parte do nosso desenvolvimento, que nos ensinam todos os dias a sermos indivíduos melhores, tanto que alguns desses profissionais chegam a ocupar um lugar especial em nossas vidas.

Aquela figura de autoridade, sempre aberta à comunicação, tirando dúvidas de forma carinhosa, faz com que o processo de aprendizagem se torne mais simples. Quem não se lembra com carinho de um professor ou professora da infância, que marcou sua história? Esses afetos são comuns e nos ajudam a passar pela idade escolar de maneira mais leve.

O médico Flávio Borsetti não escapa dessa regra. Ele teve uma professora, ainda na pré-escola, que ficou guardada em suas lembranças: a “tia Elzinha”.


Depois de 35 anos sem ver a professora que tanto amava, eles se reencontraram em meio à pandemia, num contexto diferente do habitual. Internada com covid-19, Elza ficou 40 dias no hospital, onde reencontrou seu aluno.

Essa história com final feliz aconteceu em Matão, interior de São Paulo, no Hospital Carlos Fernando Malzoni. Com recuperação boa, dona Elza recebeu alta ao fim dos 40 dias, e Flávio fez questão de publicar uma emocionante homenagem em sua página do Instagram.


 



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Uma publicação compartilhada por Flávio Borsetti (@flavioborsettiuti)

Na postagem, o médico fala do amor por sua professora. Ele gostava tanto da “tia Elzinha”, que queria que sua mãe comprasse uma joia de presente para ela, algo impossível na época. Flávio conseguiu presentear sua querida professora com um porta-joias, o que, na época, não lhe agradou muito, já que achava que ela merecia mais.

Reencontrá-la internada no hospital onde trabalhava não eram as condições ideais, mas foi a oportunidade que, segundo ele, o destino deu para provar quão importante ela havia sido em sua vida.

Como médico intensivista, Flávio se sentiu honrado em usar todo o seu conhecimento e cuidado com uma pessoa tão importante em sua trajetória.

Dos 40 dias em que esteve internada, metade do tempo Elza permaneceu na UTI, uma longa jornada, baseada em muita luta e superação. O médico esteve ao seu lado todo o tempo e sentiu que finalmente havia presenteado “tia Elzinha” com uma verdadeira joia, quando lhe anunciou que receberia alta.

Direitos autiorais: reprodução Instagram/@flavioborsettiuti.

Para ele, o dia em que ela saiu do hospital foi o mais feliz de sua vida desde que a pandemia começou, e lhe garantiu renovar suas forças para aguentar o longo período que sabe que ainda terá com as vítimas de covid-19. Dona Elza ainda tem uma longa recuperação em casa, mas o fato de não precisar mais ficar internada já deve ser comemorado como uma grande vitória!

O doutor agradeceu à sua equipe médica da UTI, a Deus e a seu santo de devoção, São Padre Pio. Torcemos para que “tia Elzinha” tenha uma ótima recuperação!

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Antes motorista de ônibus, hoje cirurgião-dentista. Homem realiza o sonho de mudar de profissão!

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