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“É a melhor sensação do mundo”, diz pai brasileiro que adotou 13 filhos!

Em 2012 adotou seu primeiro filho e o sonho da paternidade virou realidade. De lá pra cá ele tem motivos de sobra para comemorar o Dia dos Pais.



Existem pessoas que vieram a esse mundo para fazer a diferença na vida de outras. Seres humanos que possuem o coração muito bom e a alma altruísta, ajudam a restaurar a fé na humanidade!

Um enfermeiro do Rio de Janeiro é a definição mais clara de grande pai. Uanderson Barreto, de 40 anos celebra seu oitavo dia dos pais. Ele adotou 13 filhos!

Antes, as crianças viviam em casas de acolhimento e orfanatos. Todos tinham entre 7 e 17 anos. Com informações do G1, Uanderson conta um pouco como o processo de adoção fica complicado por causa do padrão que as pessoas estipulam para os filhos.


Ele relata que os bebês brancos sempre são adotados com mais rapidez. Por causa disso, quis fugir totalmente à essa regra, para mostrar que o amor não tem forma, idade e tampouco identidade. Amor é amor, declarou.

Direitos autorais: arquivo pessoal.

Uanderson tentou ser pai adotivo pela primeira vez aos 25 anos, mas por conta da idade e do processo ser lento, conseguiu assinar os papéis e ter a devida autorização em 2012, quando o sonho da paternidade finalmente concretizou. Seu primeiro filho chegou em sua casa.

O pai afirma que sempre soube que sua família seria formada por filhos adotivos, mas não estipulou a quantidade. Fala que se houvesse a possibilidade de ter mais, com certeza teria.


Diz que gosta muito dessa vocação, porque vive uma engrenagem de amor. A vida é voltada um para o outro e é a melhor sensação do mundo. Os filhos o enxergam como um anjo em suas vidas, é um fiel representante da categoria de super pai!

Quando um homem decide fazer o bem, ele não olha para características físicas, o importante é a alma e fazer a diferença na vida de alguém. Só o amor verdadeiro possui esse poder. De acordo com o CNJ (Cadastro Nacional de Adoção), em 2019, para pessoas entre 9 e 17 anos, a chance de adoção é de apenas 7%.

Direitos autorais: arquivo pessoal.

O grande pai finaliza deixando claro que suas adoções não tem o intuito de virarem caridade. Ele fala que exerce a paternidade 24 horas por dia, e não é “bonzinho” por ser pai. Em sua casa existem regras, divisões de tarefas domésticas, responsabilidades distribuídas e respeito mútuo.


Cada um exerce seu papel e se amam como uma grande família. O que achou desse caso? Conhece alguma história parecida? Comente e compartilhe em suas redes sociais!

 

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