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Menina de 11 anos morre após ser espancada no litoral de SP; mãe é principal suspeita e foi presa

Uma menina de 11 anos foi encontrada morta com sinais de espancamento em Guarujá, no litoral de São Paulo, na noite desta terça-feira (24).



De acordo com a Polícia Civil, a mãe é a principal suspeita do crime e fugiu após cometer o homicídio, mas foi presa na manhã desta quarta-feira (25).

Segundo apurado pelo G1, a criança, identificada como Clara Regina Pereira Santos, foi encontrada desacordada por volta das 20h20, dentro de casa, na Avenida Benedito Lemos, no Morro do Engenho. Ela apresentava sinais de espancamento e estava em parada cardiorrespiratória. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros estiveram no local e tentaram reanimar a menina, sem sucesso. O óbito foi constatado no local.

Equipes da Polícia Militar fizeram buscas pela cidade e localizaram a suspeita na Rua Mário Daige Filho, conhecida como ‘Rua do Contorno’, no Centro, por volta das 9h. Conforme a PM, ela não ofereceu resistência e confessou o crime informalmente às autoridades. Ela foi encaminhada algemada à Delegacia Sede de Guarujá.


Moradores da comunidade ouvidos pela Polícia Civil relataram que a criança era maltratada pela mãe com frequência. Dois pedaços de madeira foram localizados no imóvel e apreendidos para perícia.

Outros filhos da mesma mulher prestaram depoimento à Polícia Civil na companhia de um conselheiro tutelar, assim como o padrasto da vítima.

O caso foi registrado como tortura e morte suspeita. O corpo da menina foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame necroscópico, para determinar as causas da morte. As investigações continuam.



Se você presenciar um episódio de violência contra crianças ou adolescentes, denuncie o quanto antes através do número 100, que está disponível todos os dias, em qualquer horário, seja através de ligação ou dos aplicativos WhatsApp e Telegram.

O mesmo número também atende denúncias sobre pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas em restrição de liberdade, população LGBT e população em situação de rua. Além de denúncias de discriminação étnica ou racial e violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais.

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