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Menino de 2 anos que foi reanimado por bombeiros após afogamento agora é retirado de casa em chamas

O pequeno Téo, de 2 anos, foi salvo novamente pelo Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF) na madrugada desta quarta-feira (14). O menino, que já havia sido reanimado pelos militares após se afogar em uma piscina no Lago Sul, em maio de 2020, dessa vez, foi retirado de um incêndio na Asa Norte. À época, ele recebeu o apelido de “guerreiro”.



Dessa vez, o menino estava com o pai e outra criança em um galpão que era usado como residência, dentro do antigo Centro Aerodesportivo Irapuã Luna Machado, ao lado do depósito do Departamento de Trânsito (Detran). O homem sofreu queimaduras nas mãos.

Segundo os Bombeiros, as chamas começaram por volta de 1h, na madrugada desta quarta-feira. Ao chegar no local, os socorristas encontraram o pai do Téo tentando apagar o fogo usando uma mangueira de jardim.

Direitos autorais: CBMDF/Divulgação


“Os bombeiros então se dividiram e, enquanto uma parte combatia as chamas, a outra equipe realizava uma busca dentro do galpão, onde encontraram no interior de um dos quartos, duas crianças”, disse a corporação.

Durante o atendimento, os militares perceberam que uma das crianças era Téo – o mesmo menino que foi resgatado em outro incidente. À época, após o afogamento, ele precisou ser reanimado por 26 minutos e chegou a ficar nove dias internado no hospital.

Dessa vez, como as crianças não tiveram ferimentos, os dois foram entregues aos familiares. Já o pai sofreu queimaduras de segundo grau nas mãos e precisou ser transportado ao Hospital da Asa Norte (Hran).

Segundo os socorristas, no momento do atendimento ele estava “consciente, orientado e estável”.


Incêndio

Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, “o incêndio foi isolado e extinto”. As chamas atingiram um sofá, brinquedos e uma estante de concreto, onde havia utensílios e equipamentos elétricos.

“Além das paredes e teto ficarem chamuscados, a porta do quarto onde estavam as crianças também foi parcialmente queimada, porém resistiu as chamas e as protegeu do fogo e do calor”, afirmou a corporação.

Ao todo, quatro viaturas e 18 militares atuaram na ocorrência. Uma perícia foi acionada e vai investigar o que causou o incêndio.


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