Comportamento

Menino teve que caminhar 3 km até a escola porque motorista de ônibus não aceitou seu dinheiro

Capa Menino teve que caminhar 3 km ate a escola porque motorista de onibus nao aceitou seu dinheiro

A mãe do garoto ficou furiosa ao saber que seu filho passou frio e chorou muito no trajeto que fez a pé até a escola.



Cuidar do bem-estar de nossas crianças deveria ser prioridade de todos, mas muitas vezes outros interesses passam por cima disso, o que pode marcá-las para toda a vida negativamente.

Foi o que ocorreu com um garoto de 11 anos, no País de Gales, na Grã-Bretanha, que foi obrigado a caminhar 3 km até a escola. O motivo? O condutor não aceitou sua nota para comprar o bilhete para o ônibus, pois era uma nota escocesa. O menino contou para sua mãe que o motorista lhe disse que ele deveria ter vergonha de si mesmo por conta do dinheiro.

Kelly Mercer, de 32 anos, comentou o caso porque seu filho Ashton teve sua entrada negada em um ônibus em Conwy, no País de Gales, por causa de sua cédula escocesa.


Kelly diz que o aplicativo do ônibus que normalmente levava seu filho não estava funcionando. Em dias de funcionamento normal, o trajeto seria pago pelo aplicativo, mas sem essa opção, a mãe deu a nota de libra esterlina escocesa para o menino. Ela só não contava que o desfecho dessa decisão seria prejudicial para o seu garoto.

Quando o motorista não aceitou seu dinheiro, isso deixou Ashton sem opção a não ser fazer a jornada de 3 km até a escola, que envolveu a travessia da ponte Conwy e as estradas movimentadas de Llandudno Junction. Isto contraria as orientações do próprio aplicativo de transporte, que afirma que as crianças com menos de 16 anos serão sempre transportadas, independentemente das circunstâncias.

2 Menino teve que caminhar 3 km ate a escola porque motorista de onibus nao aceitou seu dinheiro

Direitos autorais: reprodução/Daily Post Wales.

Kelly disse que deu a cédula para o menino achando que, no dia seguinte, quando a plataforma de transporte voltasse a funcionar, ele poderia comprar a passagem para o translado da escola pela internet, como fazia normalmente. A mãe diz que, mesmo que a moeda não fosse a da localidade em que o menino estava, a libra esterlina escocesa ainda era uma moeda legal em curso.


Ashton e os amigos esperaram o ônibus e, quando ele foi embarcar, o motorista recusou o pagamento e disse a ele que o dinheiro que tinha não era uma forma válida de adquirir a passagem e se recusou a aceitá-lo, fazendo com que o menino saísse do ônibus antes que este partisse.

A mãe contou ao portal de notícias Daily Star que seu filho foi deixado sozinho num dos pontos mais movimentados de Llandudno Junctions às 8h30 da manhã, na hora do rush, enquanto o ônibus levava seus amigos.

O garoto havia completado 11 anos apenas seis meses antes do ocorrido e era um aluno novo na escola, pois ingressara na rotina do colégio apenas duas semanas antes. A mãe de Ashton disse que o menino foi deixado no frio congelante e chorando durante as primeiras horas da manhã.

Kelly contou também que Ashton tinha um recente ferimento na cabeça, à época do fato, e os pontos eram perceptíveis, mas ainda assim o motorista se recusou a levá-lo à escola. A mãe fala receosa sobre tudo que poderia ter acontecido ao seu filho no trajeto que foi forçado a fazer a pé.


Kelly também contou que contactou a empresa responsável pelos ônibus e a informou do ocorrido, a qual não se desculpou, apenas comentou que nenhuma criança deveria ser deixada sozinha na rua em nenhum horário.

Indignada, Kelly acrescentou que ela depositou sua confiança na empresa, de que seu filho seria assistido e esperava que ele chegasse à escola em segurança, logo não conseguia entender como um homem adulto deliberadamente escolheu deixar uma criança caminhar por quilômetros sozinha. Disse ainda que o motorista é quem deveria ter vergonha de si mesmo

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