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A mente

O sábio direciona a indomável mente como o arqueiro direciona a flecha.



A mente se sacode como um peixe na areia, por isso deves abandonar o terreno das paixões.

Mesmo que seja de difícil controle, volúvel e ansiosa, é bom dominar a mente, pois seu domínio leva à felicidade.

Mesmo que seja de difícil apreensão, devido à sua sutileza e tendência à fantasia, o sábio domina a mente e com isso atinge a felicidade.


A mente caminha sem rumo, solitária, sem corpo, escondida nas cavernas. Aqueles que conseguem dominá-la livram-se das correntes de Mara.

O homem de mente descontrolada desconhece o ensinamento sublime, e o de confiança temerosa não alcança a plena sabedoria.

Aquele que dominou sua mente e a afastou do ódio, levando-a além do bem e do mal, permanece atento e nada teme.

Compreendendo que seu corpo é frágil como um vaso e fortalecendo sua mente, vencerá a Mara com o aço da sabedoria. Protegerá sua conquista e estará por cima das coisas terrenas.


Não passará muito tempo antes que o corpo, desprovido de consciência, esteja embaixo da terra como um tronco desprovido de valor.

Uma mente mal governada pode causar mais dor que o pior dos inimigos e o mais entranhado dos ódios.

Uma mente bem governada causa mais benefícios que um pai, uma mãe ou um parente amado.

Dhammapada


O Dhammapada, do Tipitaka páli, é considerado uma das mais populares obras da literatura teravada. Segundo a tradição, os versos do Dhammapada foram ditados pelo Buda em várias ocasiões. A maior parte dos versos está relacionada a ética. O texto é parte do Khuddaka Nikaya do Sutta Pitaka, embora mais da metade dos versos esteja presente em outra partes do Cânon Páli. Um quarto ou quinto comentário da era cristã atribuído a Buddhaghosa inclui 305 histórias que dão o contexto das máximas. 

A mais bela de todas as coisas

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