Pessoas inspiradoras

Mente brilhante: com apenas 12 anos e na faculdade, menina planeja se tornar engenheira espacial

Alena sempre teve o sonho de trabalhar na Nasa, mesmo quando ainda era bem pequena; seu sonho está cada vez mais perto de ser realizado.



Algumas pessoas nascem com um dom, com a capacidade de realizações extraordinárias, mesmo sendo muito jovens. Pode ser uma habilidade com instrumentos, com as artes, com a língua portuguesa, com contas ou com a área de ciências, ela aparece bem cedo, precisando do apoio e do incentivo de pais, responsáveis e da comunidade escolar.

Com apenas 12 anos, a pequena Alena Analeigh Wicker vem mostrando essas habilidades afloradas ao mundo, inclusive foi aceita recentemente na Universidade Estadual do Arizona para estudar Ciências Astronômicas e Planetárias e Química, simultaneamente.

Nascida e criada no Texas, Estados Unidos, ela sempre sonhou em ser engenheira da Nasa, e está trabalhando muito para atingir esse objetivo.


Segundo reportagem no UOL, Alena sempre foi uma menina muito inteligente e curiosa, encontrando nas peças de montar, ainda aos 4 anos, maneiras de expressar e compreender suas invenções e construções robóticas, mostrando sua inclinação para as áreas de ciências.

Daphne McQuarter, mãe da menina, explicou que ela sempre dizia que trabalharia na grande empresa de aeronáutica do país  e seria a “garota negra mais jovem” a atuar na agência.

O que começou parecendo um sonho ou ambição grandiosa, acabou se confirmando como um objetivo pujante na vida da filha, que batalhou muito até conseguir acelerar sua formatura no ensino médio, mostrando à mãe que não estava para brincadeira. Assim que recebeu seu diploma, um dos diretores da Nasa, Clayton Turner, e a prefeita de DeSoto, Rachel Proctor, acompanharam a cerimônia.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@thebrownstemgirl.


Nos Estados Unidos, eles dão o nome de “stem” para as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, campos em que, segundo Alana, existe muita disparidade de acesso entre pessoas brancas e negras.

Pensando nisso, ela lançou o site Brown Stem Girl (BSG), que apoia financeira e intelectualmente jovens negras com menos de 18 anos que precisam de mais oportunidades na área.

Alana quer que mais meninas negras tenham a possibilidade e a chance de fazer parte da ciência, sem que essa área continue majoritariamente integrada por homens brancos. Mesmo assim, as mulheres representam 50% dos trabalhadores na área de stem, nos Estados Unidos, segundo o Pew Research Center, mas são sub-representadas na informática e engenharia.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@thebrownstemgirl.


Direitos autorais: reprodução Instagram/@thebrownstemgirl.

Os próximos planos da pequena notável são lançar um livro, buscando ressignificar a palavra “brainiac”, uma gíria negativa para pessoas muito inteligentes, como era muito chamada há alguns anos. Outro planejamento é terminar de trabalhar em seu podcast, que tem o objetivo de incentivar garotas na área da ciência, além de sempre chamar convidadas do campo para um bate-papo.

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