Comportamento

Morando na rua com 2 filhos, mãe recebe apoio e ganhará casa de ONG!

Sem conseguir pagar o aluguel, Jasmine foi despejada, ficando em situação de rua com seus dois filhos, dependendo da ajuda de pessoas conhecidas e desconhecidas.



A vulnerabilidade social é uma questão, acima de tudo, política, que afeta o desenvolvimento humano e faz com que milhões de pessoas não tenham as suas necessidades básicas atendidas.

De acordo com o Atlas da Vulnerabilidade Social nos Municípios, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o conceito “vulnerabilidade social” é mais utilizado para expressar situações de “mal-estar social”, em que o termo “pobreza” se torna limitado como categoria de explicação.

Em linhas gerais, a vulnerabilidade social significa ausência ou insuficiência de ativos, que na teoria deveriam ser oferecidos pelo Estado (União, estados e municípios). Dessa forma, existem falhas na oferta de bens e serviços públicos em território nacional, e os indivíduos ficam sem instrumentos ou meios para agir, tomando rumos que apenas políticas públicas efetivas seriam capazes de resolver.


A pandemia do novo coronavírus aumentou o que já era grande, escancarando as dificuldades que famílias inteiras passam sem emprego, moradia ou auxílios, precisando se expor nas ruas para conseguir uma renda irrisória.

Muitas pessoas acabaram em situação de rua por não conseguir um emprego para pagar seus aluguéis; a crise sanitária provocou ainda mais caos na sociedade. Jasmine Turkson, mãe de dois filhos, passou justamente por essa situação, e foi despejada de casa por não conseguir pagar seus aluguéis em dia.

O atraso foi suficiente para o proprietário expulsá-la do local sem se preocupar se ela e os filhos pequenos passariam por dificuldade ou necessidade. O caso aconteceu em Gana, na África, e muitas pessoas conheceram sua história, já que acabou participando de uma iniciativa de uma ONG local.

Direitos autorais: reprodução Facebook/De-Graft Johnson Foundation.


A instituição beneficente De-Graft Foundation, de Acra, capital de Gana, ofereceu a ela não apenas uma ajuda pontual (que já seria de extrema importância), mas fez questão de proporcionar uma experiência capaz de erguer sua autoestima. A equipe deu a Jasmine Turkson um “Dia de princesa”, com direito a novo penteado, novas roupas e vários outros cuidados estéticos.

Direitos autorais: reprodução Facebook/De-Graft Johnson Foundation.

Na página do Facebook da instituição, uma publicação explica que Jasmine e seus filhos também iriam receber dinheiro para se sustentar, uma casa totalmente reformada, para que tivessem onde morar, fazendo questão de tentar ouvi-la de fato. No momento em que as pessoas ficam sem opções e em situação de rua, perdem a voz e seu espaço no tecido social, tornando-se completamente invisíveis.

Muitas são tratadas como escória, outras são culpabilizadas pela crise ou qualquer outro problema que o país enfrente. Além disso, ainda são hostilizadas, diminuídas e correm grandes riscos de sofrer agressões físicas e verbais.


Direitos autorais: reprodução Facebook/De-Graft Johnson Foundation.

Por isso, toda ajuda é bem-vinda, já que muitas pessoas desejam apenas recuperar seu espaço no mundo e sua voz. Oferecer ajuda como doações em dinheiro e comida, emprego ou apenas ouvir o que tem a dizer, são muitas as formas que podemos contribuir para ajudar quem precisa.

Policial se encantou por cão desabrigado que salvou durante o trabalho e o adotou!

Artigo Anterior

Policiais militares acolhem e doam comida para 70 famílias carentes na Bahia!

Próximo artigo

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.