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Enfermeira investigada pelo MP por debochar de vacina contra covid se defende: “Liberdade de expressão”

A enfermeira Nathanna Ceschim publicou vídeos nas redes sociais dizendo que apenas manifestou seu direito de cidadã, de liberdade de expressão. Saiba mais!



A enfermeira Nathanna Ceschim publicou vídeos na última sexta-feira (22) nos stories de seu Instagram, que tomaram grandes proporções, envolvendo até mesmo o Ministério Público (MP).

Em dos vídeos, nos quais Nathanna aparece de touca cirúrgica e sem máscara, ela brinca com um colega, que aparece na porta da sala, com touca, luvas e máscara. No outro, que foi publicado horas antes, a enfermeira diz que apenas se vacinou porque “quer viajar” e não para sentir-se mais segura.

Ela ainda acrescentou que uma vacina com 50% de segurança para ela “não é uma vacina”, referindo-se à CoronaVac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

As declarações da enfermeira viralizaram e fizeram com que o Hospital da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, onde ela trabalha, abrisse uma investigação para apurar sua conduta, de acordo com o G1.


Em nota, o hospital informou que a falta da máscara no ambiente é uma prática proibida desde o início da pandemia e que tomará as medidas cabíveis para garantir a segurança dos pacientes. Também acrescentou que não compactua com a fala da enfermeira e que sempre defendeu a ciência.

A Secretaria de Estado de Saúde do Espírito Santo e o Conselho Regional de Enfermagem do Espírito Santo também se posicionaram contra as declarações de Nathanna.


Na segunda (25), o Ministério Público do Espírito Santo (MP/ES) se manifestou afirmando que acompanhará as investigações sobre a enfermeira.

A promotora Inês Thomé, conforme publicado pelo G1, manifestou-se dizendo que o órgão instaurará procedimento administrativo para acompanhar as próximas atitudes do hospital em que Nathanna trabalha e também as informações apuradas pelo Conselho Regional de Enfermagem (Coren-ES).

O MP ainda disse que repudia atos nesse sentido, porque a vacina é uma vitória da ciência, e agregou que precisamos ser imunizados para proteger tanto a própria vida como a das pessoas à nossa volta.

Segundo as informações, o órgão encaminhou ofícios relacionados ao caso à Secretaria de Estado de Saúde (Sesa), ao Conselho Regional de Enfermagem (Coren), ao Hospital Santa Casa de Vitória e à própria enfermeira, que deverá prestar esclarecimentos ao Ministério Público.

Em seu Instagram, segunda-feira (25), Nathanna publicou novos stories, defendendo-se. Ela disse que apenas estava exercendo a “liberdade de expressão”, que é seu direito, e que não fez campanha contra a vacina nem desviou verbas destinadas à covid-19.

Ela ainda mostrou bilhetes que recebeu de pacientes agradecendo-a por seu trabalho e pediu desculpas às pessoas que se sentiram ofendidas por suas declarações.

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