Muita calma, muita alma e muita fé para todos nós!



Muitas vezes é na dor que a gente se eleva, é na decepção que a gente acorda. Muitas vezes é na tempestade mais profunda que a gente tenta sobreviver.

A vida não dá ponto sem nó. E nós, tão necessitados de respostas e cura individual, tentamos chegar à superfície lutando contra nossos próprios sentimentos. Nossas emoções e nossas fragilidades, que por vezes nos encobrem, nos fazem perder um pouco do ar, um pouco do prumo, um pouco do rumo interno.

O caminho precisa se abrir, os sonhos precisam deslanchar, a vida precisa acontecer e continuar.

Hoje, pode ter sido tristeza; amanhã, a vida volta com boas notícias e os ciclos recomeçam.

Se nos deixarmos estagnar por tudo que for ruim dentro de nós, não sairemos do lugar.

O passado por vezes pesa, coisas aperta nosso coração e não nos permitimos fluir.

Há um caminho para cada pessoa, há o encontro marcado com o acaso, há tantas possibilidades de vida que só precisamos abrir o olhar e oferecer essa visão ao mundo de nós mesmos.

Porque nós somos fluidos, somos ar, somos terra, somos o espaço que podemos habitar com conforto se nossa alma assim desejar.

Não devemos nos sentir intrusos e nem usados por ninguém. Não devemos forçar portas fechadas e nem insistir naquilo que não faz bem.

Muitas vezes é o levantar do espírito que aciona o gatilho da atitude, da consciência, do desejo de dias melhores, da condição de sermos aprendizes dessa escola da vida.

Precisamos de apoio. Apoio espiritual, apoio das pessoas que realmente se acercam de nós com boas intenções, pessoas que também sejam gentis e amáveis para conosco.

A vida não é só “toma lá da cá”, tropeço, queda ou insatisfação pessoal.



É bendizer a si mesmo (a), que a felicidade existe que mesmo o mundo frio e pessoas ignorando outras, ainda há uma parceria coletiva que demonstra altruísmo e generosidade com o próximo.

O importante não é sermos estatísticas, mas sermos momentos mais intensos, conversas sadias, companhia e afinidade com quem nos recebe de braços abertos nos protegendo dos dias mais frios e nos abrindo o céu nos dias em que a vida pede luz.

Falta muita coisa nos olhares alheios, nas verdades não ditas, nas mentiras que se disfarçam de grandes personagens fictícios.

Nós não somos qualquer um ou qualquer uma. Possuímos nossa identidade emocional, desde a hora que acordamos e colocamos os pés no chão, agradecendo pelo milagre da vida.

A diferença está em colocar o bem na direção dos nossos pensamentos, pedindo paz no mundo, paz nos lares, paz onde as pessoas possam estar sem se estranharem, sem se sentirem excluídas pela falta de amor e atenção.

Um coração que se junta ao outro, e não pede absolutamente nada, faz seu papel de conciliar sentimentos.

Que essa coragem em ser de verdade e inteiro(a) se mantenha dentro de cada um.

Muita calma, muita alma e muita fé para todos nós.


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: 123rf / tverdohlib






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