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Cão rasga colchonete e mulher descobre que ele era feito de absorventes usados

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A mulher ficou revoltada por conta do material anti-higiênico que preenchia o colchonete que seu cachorro usava para dormir.

Uma jovem se surpreendeu de maneira péssima com um colchonete que havia comprado para que seu cachorro pudesse dormir: depois que o animal rasgou o item, ela descobriu que o seu interior não era feito de espuma, mas sim de absorventes íntimos usados.

De acordo com o portal de notícias G1, Hamana Akutsu, que é estudante de enfermagem em Santos, interior paulista, teria comprado a cama para seu pet em um supermercado da cidade e que não esperava de maneira alguma a surpresa desagradável que estava dentro dele.

O colchonete já estava em sua casa há quatro meses quando ela descobriu que seu interior estava cheio de absorventes descartados após o uso. Apesar de ter o produto em casa há tempos, seu cachorro, Rock, ainda dormia no colchonete antigo e foi apenas na manhã de 9 de março de 2022 que ela colocou a cama nova para ele. Dois dias depois, Rock rasgou o acolchoado do colchonete e começou a retirar seu conteúdo com a boca, mas de primeira aquilo não chamou sua atenção, pois ela pensou que o que estava saindo do colchonete eram sacolas plásticas, embora ela pensasse que fosse feito de espuma.

Rock sofreu com vômitos no dia em que rasgou o colchonete e foi somente quando sua tutora foi ajudá-lo que percebeu que o que estava dentro de sua cama não eram sacolas plásticas, mas sim uma mistura insalubre de absorventes íntimos usados, alguns ainda manchados com a sangue de menstruação.

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Direitos autorais: Reprodução/Instagram.

De acordo com Hamana, o colchonete não tem nenhuma marca reconhecível, apenas a estampa, e se havia alguma etiqueta de identificação, ela deve ter se perdido no momento em que Rock rasgou o item. A estudante preferiu não divulgar o nome do mercado onde comprou o produto, já que sua nota fiscal foi perdida e disse que ainda não formalizou uma denúncia sobre o caso insalubre, pois até mesmo os proprietários do mercado podem não saber que este tipo de produto está sendo vendido em seu estabelecimento.

A indignação de Hamana vem do fato do produto estar sendo vendido mesmo que sua confecção tenha sido feita com produtos íntimos e, acima de tudo, sujos. Se seu cachorro não rasgasse o material do colchonete, eles jamais saberiam que aquilo estava ali e, ainda assim, o contato breve de Rock com a cama foi o suficiente para prejudicar seu bem estar, lhe causando vômitos e mal estar.

Para Hamana, o fato deste produto ter sido feito da forma que foi e comercializado é um descaso com o tratamento aos animais, mesmo com os avanços das leis de proteção animal, o que a deixou mais irada ainda. A estudante disse que tutores de animais como ela pensam em adquirir itens que possam proporcionar mais conforto para seus animais, e ao se depararem com uma situação como esta, que põem em risco tanto o pet quanto os humanos que com ele convivem, só podem sentir raiva com isso.

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Direitos autorais: Reprodução/Instagram.

Ela contou que sentiu um misto de raiva e revolta durante toda a situação, pois preza muito pela saúde de seu bichinho, por isso sempre buscava lhe proporcionar os melhores produtos, buscando sempre lojas especializadas em pets. Encontrar um colchonete feito de lixo à venda, sem se preocuparem com o risco de contaminação que aquilo poderia ter, prejudicando a saúde de todos, tanto animais quanto humanos, foi algo revoltante para Hamana.

Se este caso se enquadrar enquanto maus tratos aos animais, os responsáveis pela fabricação deste colchonete podem sofrer pena de até quatro anos de de prisão, de acordo com decisão proferida pela Comissão do Meio Ambiente (CMA) do Senado brasileiro.

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