publicidade

Mulher doa cabelo para amiga com câncer: “Ainda existem pessoas que querem fazer o bem!”

Dana McSwain perdeu o cabelo por causa de quimioterapia e radioterapia, mas está contando com o apoio da amiga para dar a volta por cima.



Em plena pandemia, Dana McSwain, uma mulher de 36 anos, que mora em Charlotte, na Carolina do Norte (EUA), foi surpreendida por duas notícias que a deixaram em choque. A primeira é que, mesmo sem nenhum histórico na família, Dana foi diagnosticada com câncer de mama em estágio 2, uma das doenças que mais atingem mulheres no mundo e, consequentemente, são o temor para praticamente todas elas.

Mas, como se não bastasse o sério diagnóstico da doença, ela descobriu que tinha uma mutação do gene BRCA2. Pessoas com essa problema têm justamente um risco maior de desenvolvimento do câncer de mama, quando comparadas aos portadores de mutação no gene BRCA1, por exemplo.

Dana ficou devastada! “Foi um choque total”, ela disse ao portal Good Morning America. Seu desespero surgiu não só pela gravidade do seu tipo de câncer, mas pelo fato de que, por conta da mutação genética, ela se torna suscetível a mais cânceres. “É uma batalha pelo resto da minha vida”, lamentou.


Mas, como toda mulher de atitude, Dana não se deixou abater e contou com o apoio de seus amigos e familiares durante o duro tratamento. Ela tem duas filhas pequenas e um enteado adolescente.

Menos de duas semanas após o diagnóstico, ela começou a quimioterapia, outro processo que é marcado por muitas dificuldades para qualquer paciente.

Um dos efeitos colaterais do tratamento, além do cansaço e da fraqueza, é a perda do cabelo, algo que abala qualquer mulher, independentemente da circunstância. McSwain sempre teve o cabelo comprido e, apesar de lamentar muito a situação, disse que foi aos poucos tentando se preparar para essa situação.

Ela lembra em detalhes como foi esse dia fatídico. Dois dias depois da segunda quimioterapia, ela conta que, logo após o banho, percebeu um punhado de cabelo na sua mão. Então, olhou-se no espelho e mandou uma mensagem para a família, dizendo: “É hora de raspar minha cabeça”, comentou.


Depois de enfim concluir o corte, veio mais uma frustração: McSwain não conseguiu encontrar uma peruca que a fizesse se sentir confortável ou que não fosse muito cara, então, naturalmente, foi se recolhendo em casa, pois não se sentia à vontade para sair. Certo dia, ela postou um desabafo sobre as frustrações por que estava passando em um grupo de mães no Facebook.

McSwain lidou com sua batalha contra o câncer escrevendo um diário, à noite, e numa noite, ela postou, em um grupo local de mães do Facebook, suas frustrações. Ela conta que só queria um pouco mais de apoio, pedir conselhos e dicas, mas recebeu muito mais do que isso. Quem visualizou o post foi a enfermeira Carol Daley Cook, cuja filha estuda na mesma escola que a de McSwain. Ao Good Morning America, Daley disse que se deu conta de que tinha muito cabelo, então não custaria nada fazer uma doação para a amiga, mesmo sem a menor ideia de como fazer isso.

Em uma pesquisa on-line, ela descobriu uma mulher em Tampa, na Flórida, que faz perucas customizadas e, além disso, conseguiu doações suficientes para pagar pela peruca.

Cinco mulheres e uma menina de 7 anos doaram seus cabelos, disse Daley Cook, sendo que a criança entregou seu cabelo junto com um cartão, no qual pedia a McSwain para “lutar como uma menina”.

Direitos autorais: reprodução Dana McSwain/Good Morning America.

Só uma semana depois de ter a ideia de fazer uma peruca para McSwain, Daley Cook pôde entregá-la pessoalmente. McSwain ficou extremamente emocionada, não só pelo gesto da amiga, mas pelo fato de que perucas com cabelo natural são muito diferentes das que usam fio sintético.

Segundo ela, saber que cada fio é algo especial e, vindo de alguém especial para ela, foi realmente incrível, uma “sensação indescritível”, pontua.

McSwain disse que colocou a peruca e, pela primeira vez desde que raspou a cabeça, se viu olhando no espelho e penteando o cabelo e tirando selfies.

Por causa da peruca, ela explica que voltou a se reconhecer. Daley Cook também diz que chorou quando viu McSwain colocar a peruca e sorrir, e se sentiu abençoada por poder ajudar a amiga. Ela completou dizendo que nada pode subestimar o poder das mulheres se unindo.

Direitos autorais: reprodução Dana McSwain/Good Morning America.

Já McSwain, que terminou as quimioterapias, mas ainda faz radioterapia – enfrentou mastectomia dupla –, disse que a amiga é “a prova viva” de que ainda existem pessoas que “querem fazer o bem, mesmo em um momento que é tão assustador”. Ela também deu um exemplo de resiliência e disse que, apesar da gravidade da doença, percebeu que não está sozinha, pois há uma comunidade ao seu redor, dando-lhe força!

O que você achou desta história de amizade?

Deixe o seu comentário e não se esqueça de compartilhar essa história nas suas redes sociais.

Baixe o aplicativo do site O Segredo e acompanhe tudo de pertinho. Android ou IOS.

Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




Deixe seu comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.