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A mulher que quero ser…

Estou em constante desenvolvimento. A mulher que sou hoje era a que desejava ser há anos atrás. Sonhava ter confiança, serenidade, saber conversar sobre aquilo que amo sem tremer a voz.



Agora, quero ainda mais que isso. Quero ser uma versão ainda melhor de mim mesma. A que chamo “eu” está em constante desenvolvimento, e, assim que me adapto a cada melhoria, outra versão desse eu surge.

Isto porque o meu verdadeiro eu não tem forma – ou melhor, tem a forma que eu quiser. Eu provenho de algo muito maior que um corpo, uma personalidade, um contexto. Eu não sou a idade que tenho, as ações que tomei, o lugar onde cresci. Eu sou energia infinita e em constante movimento, sou parte de algo indescritivelmente grandioso.

Sempre soube isso, de alguma forma. Por isso, nunca tive interesse ou necessidade em definir-me por conceitos.


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Denominações por característica é algo que divide as pessoas e as coloca em frascos. As pessoas não são produtos, ninguém tem a mesma composição que outro alguém.

Posso ser como quiser, mas nunca me vou identificar com um grupo. Podemos fazer a mesma coisa, mas as nossas mentalidades são sempre completamente diferentes – por causa das nossas preferências e desejos.


O que eu desejo mais do que tudo é ser a versão melhorada de mim, o eu que idealizei com todos os detalhes e a minha versão do futuro que já está a viver a vida que amo.

Esta Cláudia já existe, e ela já está a experienciar a vida que escolheu, fruto dos desejos da Cláudia do passado. É a versão de mim que aspiro ser agora, e o resultado de uma brecha que se fecha entre onde estou e onde quero ir.

A mulher que quero ser sabe exatamente o poder que tem. Sabe transformar qualquer situação em progresso, vendo-a por aquilo que realmente é: o caminho para algo melhor. Isto inclui circunstâncias desagradáveis – o contraste é uma oportunidade para mais desejos, e para aprender a realizá-los.

A mulher que quero ser tem grande destreza nos relacionamentos. Por já ter passado pelas maiores humilhações nas amizades e amores, sabe ser ela mesma independentemente da outra pessoa aceitar isso ou não.

Ela tem uma aura bonita, iluminando qualquer lugar em que entre, e quem quer que lá esteja é contagiado por essa luz.

A sua felicidade e leveza para com a vida é inegável, e nota-se a cada detalhe dela – a fala, o olhar, os gestos, a postura – que inspiração flui através dela, um fluir divino de coisas boas, uma vontade de viver com mais abundância, amor, sabedoria.

Ah sim, ela é mais sábia do que alguma vez foi. Agora, sabe que não vale a pena criticar ou reclamar, e sente-se em paz com o Mundo e os outros. Aceita-se como exemplo e não como opinião, por isso vive com otimismo e filtra o que há de melhor.

Tem uma forma peculiar ser, a elegância intemporal dos clássicos com a audácia do modernismo. Sabe ter classe sóbria ou embriagada, mas fala o que lhe vai na alma, sem reservas.

É cheia de amor. Expressa-o tão naturalmente como o ar que respira. Elogia um estranho ou um amigo. Perdoa com graciosidade quem lhe fez mal, aceitando o seu papel na sua vida. Ama o parceiro com a maior beleza, abraçando-o e sendo o maior exemplo para ele, não descontando qualquer frustração, que sabe que vem sempre de si mesma e não do outro.

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Essa mulher sou eu. Eu sou a mulher que quero ser, no progresso para qualidades mais amplificadas e uma maneira de viver que combina mais com aquilo que desejo. Quem eu desejo ser é quem me estou a tornar.

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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