Na ausência de amor não há abertura para Deus!

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Deus é, além de tudo, o universo, a simultaneidade da causa e efeito.

Cada ano de vida nos traz ensinamentos que, certamente, vão nos guiar nos anos seguintes como pessoas mais flexíveis e condizentes com a lei da vida. Algumas pessoas podem se sentir extremamente sufocadas com seu sistema de crenças, negando até mesmo a si para fazer o que um ser superior gostaria que aquela pessoa fizesse.



Quem não é tão radical consegue viver uma vida, sem deixar que a culpa tome conta de si. Mas quem quer fazer exatamente aquilo que a maioria das religiões apresentam como seus dogmas pode viver uma vida cheia de ressentimentos.

Às vezes, a culpa é por fazer aquilo que se quer, mas é considerado errado ou por deixar de fazer aquilo que vai de encontro com seu projeto existencial, ou seja, sua própria essência.

Os anos se passaram e alguns túneis foram iluminados imenso a tanta escuridão. É difícil para alguns conceber que Deus é, além de tudo, o universo, a simultaneidade da causa e efeito. Sempre imaginei que algo tão superior não fosse se preocupar com o tipo de roupa que vestimos ou até mesmo as músicas que escutamos.


Aprendemos a olhar para o macro, a perceber a lei mística que rege a vida.

Portanto o maior pecado que possa existir é mentir para si. É negar essência, autenticidade. É excluir o outro porque ele não faz parte do seu grupo. É olhar torto, é discriminar. As doutrinas podem nos afastar das pessoas, porque elas desejam que todos sejam iguais, mas, constantemente, somos todos muito diferentes.

Deus está presente no amor, é universo, é um. É tudo.

Está nos pássaros cantando ao amanhecer, está em um abraço apertado em um momento difícil, está no aprendizado de sofrer com alguma enfermidade própria ou de um ente querido, está na mão que você estende para o próximo mesmo que não tenha uma conexão com ele, está no conflito que você evita e na justiça que você acredita.

Na ausência de amor não há abertura para Deus, na ausência de caridade não há abertura para a propagação do bem. Não importa qual é a sua religião se a base dela for o amor, mas a prática com o outro for excludente.


O que importa é que mesmo sem religião a sua prática e essência sejam o amor, de característica extremamente acolhedora.

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Direitos autorais da imagem de capa: ababaka / 123RF Imagens

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* Matéria atualizada em 16/12/2017 às 6:15






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