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“não é o que se come, mas o que nos consome!’’

NÃO É O QUE SE COME

Atualmente procuramos soluções rápidas para tudo, passando pelo emagrecimento, cursos, dicas de elevação espiritual em modo fast-food e acabamos por ficar à superfície da resolução dos problemas profundos.



No caso da comida as soluções comuns para a compulsão alimentar e excesso de peso são dietas e exercício que a médio e longo prazo em geral revelam poucos ou nenhuns resultados pois o que se conseguiu perder rapidamente volta e com mais peso ainda. Porquê?

Porque a verdadeira causa subjacente não foi resolvida. Causas como divórcios, perda de emprego, mortes, mudança de casa, são apenas a ponta do icebergue e não as verdadeiras causas. Essas estão armazenadas no baú das memórias do subconsciente, são as memórias da gestação e dos primeiros sete anos de vida e condicionam a nossa visão em relação ao mundo, aos outros e a nós mesmos.

Nessas memórias encontramos dores profundas: abandono, rejeição, traição, insegurança, culpa, vergonha, raiva, ressentimento, autocritica, ciúme, que se instalaram em consequência dos relacionamentos com os pais ou entre eles ou de abusos vividos a vários níveis, assim como também violência física, verbal e psicológica. Isto é o que consome a nossa energia, paz, saúde e cria processos inflamatórios, doenças e excesso de peso.


Precisamos de olhar para a dor que nos consome e libertá-la pelo perdão, construir novas memórias e assim podemos começar uma nova vida. Existem muitas técnicas para libertar as memórias de dor. Para mim a técnica mais eficaz é através da hipnoterapia, contudo poderá não ser esse o caminho do leitor.

Seja qual o método que escolher, há sempre um passo que todos podemos dar: olhar para quem nos magoa e pensar que também aquela pessoa em algum momento da sua vida, na infância foi profundamente magoada. Também ela é uma criança que sofreu e se sentiu muito triste!

Ao pensar desta forma sintonizamo-nos na energia da compaixão abrindo o caminho para a nossa própria libertação emocional e paz.

Namaste!


Eu – versão 2.0!

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