Não precisamos de meias palavras, meio amor. Toda inteireza é bem vinda!

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Não precisamos de meias palavras, meio amor, meio quase ou meio talvez.

A vida bate muito. Ninguém está livre de apanhar. Assim como ela nos oferece tempos mais suaves, ela também nos dá a outra face. Nem sempre aguentamos o tranco. Nem sempre dá pra segurar.



Quando vamos amadurecendo diante das consequências de nosso destino, vamos aprendendo a priorizar o que realmente é importante.

Paramos de nos sujeitar as coisas medíocres pequenas e rasas que insistiram em nos oferecer.

E aí a gente vai percebendo que com sequelas ou não, Deus nos colocou a prova muitas vezes, e que o nosso espírito lutou bravamente e chegou à conclusão de que é melhor esquecer a guerra dos outros e ser a própria paz.


De quantos náufragos nos salvamos. Quem já perdoamos. Quantas vezes perdemos a respiração num momento de entrega e paixão.

Quem ficou ao nosso lado, quem se foi. .

Vez em quando é normal e necessário fecharmos a porta por um tempo e colocarmos a placa de “Do Not Disturb” em nosso coração.


Não precisamos de meias palavras, meio amor, meio quase ou meio talvez.

Toda inteireza é bem-vinda.

Não precisamos de exibicionistas.

Não precisamos de quem nada faria por nós mesmo que pudessem.

Precisamos de atitudes sinceras e gente de alma bonita. Precisamos sentir que somos amados através de um sorriso, um carinho, um Eu te amo que saia de dentro do coração.

A vida é assim. São fases, são tempos, são coisas que muitas vezes não conseguimos fugir.
São coisas tão intensas e mágicas que não gostaríamos que terminassem.

Se tudo fosse fácil e simples com certeza não haveria aprendizado.

A vida vem e mostra a cartilha. Estuda quem quer, aprende quem precisa.

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* Matéria atualizada em 16/02/2017 às 5:06






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