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Não sabemos o que temos até perdermos

não sabemos o que temos até perdermos

Uma estrela não significa nada até que morra. É triste mas é verdade, custa-nos valorizar cada detalhe e presença. Não conhecemos o valor do que pertence à vida cotidiana e, como encaramos as coisas como garantidas, as negligenciamos.



Então, quando menos desejamos somos obrigados a olhar para a porta que se fechou à espera de que esteja entreaberta e que dê tempo de recuperarmos o que está dentro dela. Pode ser que seja tarde demais e a pena da perda vai nos fazer lamentar descontroladamente o que já acabou.

Se você pensar sobre isso, quase sempre somos incapazes de reconhecer a essência de nossa vida e aquilo que realmente precisamos e queremos manter. Montamos em nossa mente uma ideia de permanência fictícia através da qual tentamos justificar nossa negligência para com os outros.

“Mas não, nós não somos feitos do mesmo material da eternidade, e se alguém não valoriza nossa presença, acabamos oferecendo nossa ausência. Todos já nos sentimos cansados de insistirmos ou permanecermos em algo não sendo valorizados, por isso é importante que prestemos atenção aos sinais.”


O silêncio fala mais do que palavras; para aqueles que podem ouvir

Os problemas não costumam surgir da noite para o dia, mas vêm precedidos por alguns jogos, silêncios, raiva e mal-entendidos. Assim, esses comportamentos são apenas o reflexo de que algo dentro de nós está se afogando e precisa de respirar.

É difícil resolver as dificuldades quando tratamos os conflitos relevantes de forma fria e distante, quando não há desejo de discutir, quando você pensa que tudo está perdido e quando desejamos que o amor congele.

“Ou seja, os problemas não são resolvidos imediatamente, devemos nos esforçar para ouvirmos tudo, até mesmo o silêncio ao qual submetemos as nossas ideias e sentimentos.”


A discussão tem de enfrentar e encontrar as pessoas porque, caso contrário, não adianta. Da mesma forma, silêncios também tem que fluir com estranheza, com tempo e mistério. Sua função é aproximar-se em câmera lenta e calmamente; para ancorar as loucuras e recuperar o entendimento.

O silêncios e as discussões ficam perto se os entendermos, se nos aproximarmos e reconhecermos a sua existência, sua raiva, hostilidade e cada um dos ingredientes que os compõem.

“Apesar de as desavenças fazerem com que encontremo-nos, podemos desfrutar do prazer de ver as pessoas que estavam se afastando se reaproximarem, sem termos a obrigação de dizermos adeus.”



Não diga adeus, se ainda quiser tentar

Nunca diga adeus, se você ainda quiser tentar, nunca desista, se você sentir que você pode continuar lutando, nunca diga a uma pessoa que já não a ama se você não pode deixá-la ir. Nunca diga adeus assim, porque dizer adeus significa desaparecer e ir esquecendo.

Temos o mau hábito de não apreciarmos o que temos no presente, só valorizamos quando está tarde. Quando percebemos que deixarmos ir uma parte da nossa vida, sofremos.

Isso pode acontecer no momento em que as coisas rompem ou muito mais tarde, mas está claro que a dor vai aparecer, mais cedo ou mais tarde.


“Não sabemos o que temos até perdermos e não sabemos o que perdemos até encontrarmos. Lembre-se que o amor é construído todos os dias, com detalhes, atenção, preocupação e até mesmo raiva.

Fazer amor significa acordar a cada dia com uma pessoa em mente, fazê-la feliz, cuidar, chorar lágrimas de riso e felicidade, priorizar. O amor não pode ser deixado para amanhã.”

 

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Traduzido pela equipe de O Segredo

Fonte: La Mente es Maravillosa

“nunca tivemos uma geração tão triste”

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