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Não se contente

não se contente

Jogar tudo pro alto, sair de casa, enfrentar a família, largar o emprego e se propor a fazer qualquer coisa que, possivelmente, cause vergonha e/ou constrangimento, se lançar na novidade sem medir consequências ou pensar no amanhã, apostar no, ilusório, caminho mais curto, que facilita o riso frouxo…Seria uma tentativa de acalmar ou satisfazer uma cabeça e um coração acostumados a viver no limite?



A incessante busca de algo mais, de vantagens e sensações novas além da contínua e péssima mania de criticar e exaltar o repúdio à rotina, à constância das pessoas “comuns”, “acomodadas”…É, infelizmente, tem quem não se importe com o fato das relações familiares serem comprometidas, ou a conduta impedir de levar adiante uma formação ou uma carreira profissional bem sucedida.

O negócio é viver um amor maluco; testar coisas, lugares, comidas e até pessoas diferentes a cada dia; sem obrigações e formalidades que relações realmente sólidas e estáveis exigem; cada um por si, com as suas próprias vontades e verdades…Como toda coragem diminui, a crista é recolhida e a família de propaganda de margarina some das redes sociais quando a situação complica, quando precisa de ajudar…?

Você queria essa coragem? A coragem dos chamados malucos, modernos, liberais, sem vínculos…?


Não se contente, não se contente caso você seja mais que isso. Cada um sabe com que e com quanto se contenta, cada um sabe o que lhe basta e, mais, o que merece.

Seja agradável; cumpra suas obrigações, prazos e horários; respeite suas relações; faça o bem e tenha a consciência tranquila, mesmo que te julguem como retrógrado, quadrado ou afins. Quando a base é sólida, o santo é forte e o caráter grita…é preciso MUITO mais.

 

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Escrito por Ana Carolina Rosalino – Via Suspiros & Desatinos

Namore uma pessoa que namora você!

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