Não sou mais que você, não sou menos que você. Somos iguais.

A falta de respeito a um povo é a falta de respeito ao ser divino universal que permeia tudo e todos. Somos uma única energia de criação, feitas da mesma substância. Não sou mais que você, não sou menos que você. Somos iguais.

A falta de respeito a um povo é a falta de respeito ao ser divino universal que permeia tudo e todos. Somos uma única energia de criação, feitas da mesma substância. Não existe melhor nem pior. Existe é a ilusão de separação, que cria desigualdades, inveja, crimes, torturas, soberba, arrogância, preconceito, violência, discriminação.

Somos todos um! Isto pode parecer chavão, clichê, mas é a pura verdade. Uma verdade profunda e não questionável. A matéria é só uma parte, uma pequena parte do Todo. Este, formado por átomos que vibram em frequências diversas, até virarem matéria, se chegarem a uma frequência vibracional X.

Mas a substância de vida e da criação é a mesma em tudo e todos. Por isso o respeito ao próximo é fundamental.

Seria a consequência natural se não fosse pela deturpação da realidade última, se não fosse pela deturpação da simples verdade de que tudo é uma coisa só.

A ilusão de separação, oposto à realidade de unicidade, condena, cada vez mais, o ser humano à ignorância, às atrocidades cometidas em nome de uma ilusória e falsa superioridade. Não sou mais que você, não sou menos que você. Somos iguais.

Se nossas vidas diferem, é devido ao trajeto ilusório de cada um de nós. Mas viemos todos do mesmo manancial, somos compostos da mesma substância de vida.

A nossa essência é pura e imortal porque é divina. Já o nosso ego tem os dias contados, pois ele é apenas mais um instrumento para atuarmos neste mundo material, mas não é o senhor de nós mesmos. Ele perece, nossa essência não. Esta sim, é a senhora de nós mesmos.

Porém, nossa essência vive muito afastada de nós, pois o ego, com medo, quer esmagá-la. E é este ego medroso que separa, mutila e tem sede de poder.

Porém, tudo que é feito por ele é perecível, pois ele mesmo o é. Diferente da essência, divina e soberana, por ser imortal. A essência é amor, liberdade, confiança, sabedoria. O ego é medo, ambição, tirania, confusão.

A terra é vida, é viva, feita da mesma substância divina que permeia tudo, pois, como já disse, tudo é uma coisa só. Aqueles que cuidam da terra, que têm respeito por ela e uma ligação profunda com ela, estão mais perto do verdadeiro poder, o poder imortal da essência. Poder este, genuíno, e não fabricado e ególatra. E sim, um poder divino, de alma, soberano, não ganancioso e separatista.  Um poder altruísta que une, em vez de desunir.

O sábio é aquele que respeita tudo e todos, pois consegue ver o divino em tudo e em todos.


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