#narrativasqueinspiram – quando o assunto são histórias de terror, ninguém pensa que podem ser fontes de inspiração…

Quando o assunto são histórias de terror, ninguém pensa que podem ser fonte de inspiração, muito mesmo para o público infantil. No entanto, há autores que pensam diferente como Charles Addams que criou as tirinhas da Família Addams, no início do século XX, e até hoje inspiram crianças a não discriminar quem é diferente.



Já animações como as produzidas pela antiga Hannah-Barbera, protagonizada por um cão chamado Scooby-Doo, ensinou a sempre pensar além das máscaras, pois nem tudo que parece assustador, é o que parece. Ainda assim, também ensinou que na dúvida não é vergonho correr e pedir ajuda.

No cinema hollywoodiano, o diretor Tim Burton é um dos que buscam em roteiros de terror, mostrar algo mais.

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Em geral, ele faz crítica a perfeição, quanto a não existir e deixa evidente que tudo que parece perfeito, na verdade não é. Afinal são as peculiaridade que movem o Universo.

Enquanto na literatura atual do Brasil, o autor e desenhista Felipe Campos mostra aos brasileirinhos a diversidade do mundo através de seus monstrinhos, protagonistas dos contos de terror para crianças que escreve e ilustra, os quais muitos adultos também curtem.

E se o terror pode inspirar crianças, faz o mesmo com adultos. Como aqueles fãs da série de filmes ‘Sexta-feira 13’ que aprenderam que só porque todos fazem algo errado, tal ato não passa a ser certo. Buscar aceitação fazendo o errado, não vai melhor a vida de ninguém, pensar antes e não cometer o erro que sim.
Quem viu os antigos ‘Sexta- feira 13’ sabe muito bem que não fazer o que todos estão fazendo, muitas vezes significa uma vida longa e próspera.


Adultos leitores fiéis, por exemplo, das autoras Anne Rice, Giulia Moon, Nazarethe Fonseca e Ju Lund aprendem com suas séries de livros de conteúdo sobrenatural, a não discriminar, a serem tolerantes, a não incentivar racismo ou sexismo e nem qualquer outros tipo de rótulo pejorativo.
Narrativas de terror que curiosamente inspiram a não julgar antes de conhecer melhor, mas que muitas vezes são descartadas por serem de um gênero previamente julgado.

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