“No último dia da sua vida, a pessoa que você foi encontrará a pessoa que você deveria ter sido.”



Como será o encontro de vocês no último dia?

Há algum tempo, li a seguinte frase (não sei quem é o autor): “No último dia da sua vida, a pessoa que você foi encontrará a pessoa que você deveria ter sido.”

Fiquei impactada por esta ideia.

Confesso que, de vez em quando, este pensamento volta a me inquietar.

Não é nada pesado, mórbido ou deprimente.

É mais como um lembrete amigável de algo muito importante e que eu não devo ignorar.

Mensagem: neste encontro, as duas pessoas devem ser o mais parecidas possível. Se elas forem gêmeas idênticas (já pensou nem ser possível saber quem é quem?), significa que vivi uma vida coerente, alinhada aos meus princípios, pautadas pela minha essência (e não pela opinião alheia), enfim, cumpri a minha missão nesta caminhada.

E quem eu devo ser? Quem você deve ser?

Somente nós mesmos temos esta resposta. A resposta está dentro de cada um de nós. E só pode ser acessada através de autoconhecimento.

Não existe outro caminho para termos acesso aos nossos conteúdos mais íntimos e profundos: precisamos nos conhecer.



Este processo exige dedicação, paciência, tempo e, acima de tudo, coragem. Jornada de autoconhecimento não é para os fracos.

Você encontrará luz, mas também encontrará sombras. É preciso iluminar as sombras.

É um caminho sem volta.

É um caminho desafiador.

Autoconhecimento é o encontro do meu verdadeiro eu. Seja ele como for.

E continua a pergunta: “Como será o nosso encontro no último dia?”


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: 123RF Imagens.






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