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Nós podemos esculpir nosso próprio caminho…

Nas grandes tempestades cotidianas em que vivemos, muitas vezes nos perguntamos do que realmente precisamos para ser feliz? No entanto, olhamos ao nosso redor e o que vemos é cada vez mais pessoas querendo as mesmas coisas que nós da mesma forma que nós. E a derradeira pergunta é: Como viemos parar aqui? Como transformamos este mundo no que ele é hoje? Como pode o dinheiro dominar as nossas vidas de uma forma tão bruta, tão instintiva?



As respostas se tornam apenas um vácuo em meio ao nada que estamos vivendo atualmente. Achamos que temos tudo, no entanto, não temos absolutamente nada. Achamos que dominamos empresas, pessoas, animais. No entanto, somos apenas os dominados. Criamos grandes tecnologias, adentramos o século 21 com o reconhecimento “master’ de ser o milênio das renovações.

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Mas de que tipo de renovações estamos falando? Apenas as renovações do que o dinheiro pode comprar? Do que este papel ligeiramente modificado pode nos trazer? Seria muita estupidez dizer que pessoas perdem a vida, se sentem amargurados, deprimidos, se deixam levar, morrer, por uma causa tão pobre.


Mas, o que está arraigado na mente de tantas pessoas ao mesmo tempo?

O planeta passa por mudanças em todas as esferas que possui. Quânticas e climáticas. Estamos, segundo os mentores espirituais, entrando em uma era de amor, paz e regeneração. E então, todos nós nos perguntamos: Onde está a paz, o amor e a regeneração?

Vivemos em um mundo onde os seres humanos fazem exatamente o contrário daquilo que esperamos deles. Bom. Mas, não somos nós, também, seres humanos como todos? Por acaso, nós que julgamos, pertencemos a uma raça alienígena, pelo menos nesta atual existência? Não! Somos seres humanos como todos os outros são. Porém, a única coisa que determina quem realmente somos é a nossa inteligência.


Passamos por uma grande crise de valores em nossa época. Esse é o tempo para as mudanças, para corrigir tudo aquilo que nos fez tropeçar no passado. Somos resultado dos que passaram por nosso planeta. Dos que plantaram a guerra e a paz. A luz e as sombras. Porém, surgiram outros meios para se guerrear e surgiram outras coisas ainda maiores com que se preocupar.

Em outros tempos, guerreávamos por espaço. Somos seres extremamente territorialistas, e quanto menos inteligência temos, mais territorialistas nos tornamos. Vendemos casas, terrenos; construímos prédios gigantescos e empilhamos todas essas pessoas em grandes cubículos, uns acimas dos outros. E quanto mais alto, mais caro pagamos, pois essa é a lei da ostentação e do querer ter o melhor para si.

E então, podemos avaliar tudo isso em dinheiro. Na quantidade de notas a serem dadas por isso ou aquilo. Mas, já paramos para pensar o quanto isso pode ser estúpido e completamente dominador?

Temos a ilusão de que quanto mais dessas notas tivermos, mais poder nós teremos. Os mentores espirituais não deixam dúvidas de que essa será uma época em que esses valores tão terrenos e materiais entrarão em crise. E, sim! Já podemos ver, na entrada deste milênio, isso estampado no rosto das pessoas.

Hoje, os celulares, com acesso à internet, com dezenas de aplicativos, podem nos levar para onde quisermos sem sair do lugar. Podemos conhecer cidades, estados, países, sem sequer sairmos de nossas próprias casas. Porém, a dúvida ainda persiste, e falo isso em meu livro, que lançarei em breve. É possível ser feliz, sem ser feliz realmente? Se podemos estar em milhões de lugares sem sair do lugar, como poderemos sentir a verdadeira emoção de estar realmente naquele lugar?

Hoje em dia, vemos a ascendência das realidades virtuais, nos levando a aventuras através de uma tela de um computador. A mente é uma poderosa ferramenta, e realmente pode nos fazer sentir todas essas sensações mesmo sem precisar vivenciá-las; apenas sentindo-as. No entanto, não seria essa a ponta do iceberg? Não poderia a elite, tentar nos dominar através daquilo que mais usamos para ser felizes e que nos faz experimentar a felicidade? Porém, se olharmos ao nosso redor, não nos sentimos encurralados, vendo que tudo e todos são comprados por notas e mais notas de papel? Inclusive nossos pensamentos, sentimentos e sensações?

A incredulidade de boa parte da humanidade deriva da ideia de que todos falam da “nova era”, mas ninguém parece viver essa “nova era”. Mas, se olharmos ao nosso redor, será que podemos entender que a “nova era” também não é mais um jogo da elite para nos dominar e nos tornar devotos de suas invenções, gerando assim mais dinheiro, mais notas vazias e sem valor e pessoas igualmente vazias?

Vivemos num mundo de desconfianças, onde as pessoas não sabem para onde ir. Se olharmos bem, veremos que livros e mais livros são vendidos falando da “Nova era”. Escritores enriquecem com palavras que deveriam serem dadas sem custo algum para as pessoas. Mas o problema não é o dinheiro em si, mas o que essas pessoas fazem com esse dinheiro.

Vivemos num mundo deprimido, pois tudo precisa ser comprado de alguma forma. Pessoas entram em depressão e até enlouquecem por não terem dinheiro, enquanto outras nadam em um mundo de ostentação e prazer causados pelo dinheiro. Ou seja, hoje, tudo é comprável. Até mesmo as ideias mais importantes, que podem revolucionar o mundo.

Mas, se pensarmos nisso, ficaremos incrédulos a ponto de até mesmo não acreditar que entramos em uma nova era e que essas coisas estão mudando. Se até mesmo a ideia da “Nova era” está sendo vendida, como fazermos para nos livrar desse câncer que assola a humanidade?

A nova era existe e estamos vivendo nela. Porém, estamos apenas começando e muitas almas vindas de lugares de extremo sofrimento estão regressando ao planeta para se reconciliarem consigo mesmas, e essas almas estão recebendo a última oportunidade de evoluírem em um planeta mais evoluído que eles próprios. E esse é um dos fatores que nos fazem passar por essa extrema crise de valores em nosso planeta.

Almas que ainda precisam evoluir dominam o mundo, pois ainda precisam dominar para se sentirem plenas, e outras, mais evoluídas ou não, se deixam dominar, ou apenas assistem, caladas, a esse aparentemente grande retrocesso da humanidade.

Mas não podemos desanimar. Não podemos nos manter calados, pois sabemos que os bons são tímidos, e os maus, extravagantes, e é por isso que possuem o poder. As ferramentas de comunicação nos foram dadas para que possamos nos fazer falar e ouvir. Temos diversas formas para isso e podemos mudar o mundo se quisermos.

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Temos o poder de pôr e tirar aqueles que estão no poder, e por faltarem lógica as suas propostas, temem que seu reinado de ilusões se acabe em um piscar de olhos, pois, de alguma forma, sabem que essa foi a última oportunidade que tiveram para evoluir, e se não aproveitaram, terão que partir para lugares condizentes com o que pensam e defendem veementemente.

Nós esculpimos nosso próprio caminho. Nós somos muitos e temos voz para isso. A “Nova era” é nossa e está ai para nos fazer entender que só quem tem poder é quem realmente sente que dele não precisa. Poder não é dominar. Poder é ensinar; é mostrar que todos podemos viver em comunhão, sem guerras, sem fome e em paz.

O dia em que todos os seres humanos entenderem que o poder é aquilo que existe dentro do seu coração e que só pode ser usado para beneficiar o próximo, sem distinções, a “Nova era” terá se concluído e uma outra era virá, onde apenas reinará a paz, a vida e só terá poder quem tiver amor, não apenas dinheiro, pois, isso não mais existirá, pois as pessoas entenderão que neste mundo, nada é comprável, apenas o amor preencherá suas vidas por completo e o amor será a única moeda de troca utilizada pela humanidade.

Recomendo este vídeo, que vi e me emocionei, e do qual, me inspirei para escrever este texto:


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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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