Nós somos energia pura, sensíveis e captamos vibrações. Sendo assim, o que fazer com as pessoas tóxicas?

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Nós somos energia pura, sensíveis e captamos as vibrações, inclusive dos pensamentos ao nosso redor. Quando estamos entre pessoas que nos amam e nos respeitam, vibram com as nossas conquistas e desejam o nosso melhor, a nossa energia se expande, nós nos sentimos alegres, radiantes e a sensação de bem-estar transborda.



Mas quando estamos entre pessoas densas, somos atingidos por cargas negativas. O mal-estar, o sofrimento, a infelicidade, a inveja e a desorganização interior do outro contaminam.

Interagir com pessoas assim, muitas vezes, é sentir-se soterrado por um caminhão de lixo. Faz mal para o corpo e para a alma.

Dor de cabeça repentina, pressão atrás das orelhas, confusão emocional, desequilíbrio, irritabilidade, choro, sensação de angústia, aperto no peito e nó na garganta são alguns dos sintomas.

E como nos proteger disso? Sentindo na pele e aprendendo a lidar com a situação. Não tem outro jeito.


Pode ser difícil acreditar, mas existe o lado bom dessa experiência desagradável. Cruzar com pessoas tóxicas, ao longo da vida, no fundo, é um presente, se estivermos alertas o bastante para:

1. Sentir gratidão pela inteligência energética que nos mostra o que nos faz bem e o que nos faz mal

2. Confiar na nossa intuição e sensações corporais

3. Ter consciência de que o lixo que captamos não nos pertence


4. Saber que o nosso corpo precisa de um tempo para digerir o mal-estar e retornar ao equilíbrio natural

5. Entender que cada um dá o que tem. Pessoas machucadas, infelizes e invejosas transbordam mal-estar através de atitudes inconscientes

6. Impor limites e aprender com a experiência, para que ela não se repita

7. Não sentir culpa, se a única solução for se afastar, afinal você precisa ter compaixão por si mesmo

Se nos fecharmos para o mundo, não sofreremos, mas, certamente, perderemos a oportunidade de criar intimidade com pessoas maravilhosas. A solução, então, é estarmos atentos e quando nossas antenas derem sinais de alerta, respeitá-los.

Podemos escolher nossos amigos, mas, muitas vezes, temos que conviver com colegas de trabalho e até mesmo familiares extremamente tóxicos. É importante compreendermos que a negatividade nem sempre é fruto da maldade, e sim da sobrecarga inconsciente, e que a nossa vulnerabilidade é a porta de entrada, tanto para as vibrações que nos fazem bem quanto para as que nos fazem mal.

Pessoas feridas ferem. Pessoas infelizes não conseguem vibrar com a felicidade do outro. Pessoas invejosas estão de olho na plantação do vizinho enquanto poderiam arar a terra e semear no seu próprio terreno. Não espere receber o que as pessoas não têm nem para elas mesmas.

O primeiro passo é detectar a toxicidade e o segundo é saber que em determinados ambientes e na presença de determinadas pessoas temos que nos fortalecer ao máximo. Como?

Permanecendo totalmente centrados, firmes interiormente e não permitindo que o outro entre. Interagimos e, ainda assim, estabelecemos uma distância saudável, um afastamento que nos protege.

Nós podemos sentir compaixão pelo outro, mas, antes disso, temos que ter amor-próprio e respeito por nós mesmos.

É fácil recebermos amor e nos sentirmos iluminados. O desafio é estarmos alertas para não sermos reféns da inconsciência alheia.

A partir de hoje, não deixe mais ninguém despejar lixo em você. Cerque-se de pessoas amorosas e compartilhe a sua vida com quem vale a pena!


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: vlkvojtech / 123RF Imagens

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