Nossos filhos precisam de amor, nada mais!

O que precisamos é de mais empatia pelos nossos filhos e menos importância ao que os outros vão pensar. 

Chega a ser estranho quando alguém diz que uma mãe não deve embalar seu filho, porque senão ele ficará mal-acostumado.

Chega a ser estranho quando dizem que você tem que deixá-lo chorando para se acostumar.

Chega a ser estranho quando dizem para você não o beijar e abraçar demais, porque ele ficará mimado.

Mas tudo isso só é estranho porque querem impor situações a um ser que ainda é imaturo psicologicamente, fisicamente, neurologicamente e que é completamente dependente dos pais, principalmente do amor materno.

É estranho porque adultos, supostamente “maduros”, não suportam a solidão, não suportam se sentirem sem apoio, não suportam se sentirem desamparados, não suportam se sentirem mal-amados, não suportam não terem consolo. E querem que uma criança tenha total controle de seus sentimentos, ainda imaturos!

ADULTOS, maduros, não sabem lidar, muitas vezes, com seus próprios sentimentos, que dirá esses pequenos que nascem crus?! Somos nós, pais, seus professores. Somos nós que ditamos o adulto que essa criança vai ser.

Nossos filhos não querem tudo do mundo, eles querem tudo de nós!

Na vida, estamos sempre nos aprimorando nos estudos, estamos sempre acompanhando o desenvolvimento tecnológico, e estamos sempre nos adequando às gerações. Enfim, estamos em constante evolução e mudança.

Porém, estamos parados em um paradigma chamado criação dos filhos. E replicamos aquilo que foi feito conosco, pelos nossos pais ou por quem nos criou, porque, supostamente, deu certo.

Sair da linha da tradição é difícil, há muito preconceito. Mas isso acontece porque as pessoas estão mais aptas a julgar do que a estudar, do que se aprofundar no assunto.

O que precisamos é de mais empatia pelos nossos filhos e menos importância ao que os outros vão pensar. Nem mais, nem menos.


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo timonko / 123RF Imagens



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