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Empresário morto no Autódromo de Interlagos seria concretado em buraco, diz polícia

Adalberto Amarilio Júnior foi assassinado no autódromo de Interlagos e, conforme a polícia, o corpo seria enterrado e concretado

Avatar De Jader MenezesJader MenezesNotícias15/06/2025 às 15:13

Polícia Afirma Que Empresário Assassinado No Autódromo De Interlagos Seria Enterrado Em Concreto Em Buraco
Empresário morto no Autódromo de Interlagos seria concretado em buraco - Foto: Reprodução

Nova atualização sobre o enigmático caso! O corpo do empresário Adalberto Amarilio Júnior, que foi encontrado sem vida em um buraco no Autódromo de Interlagos, na zona sul da cidade, estava prestes a ser coberto com concreto, conforme informações da Polícia Civil.

Corpo encoberto no concreto?

De acordo com informações exclusivas fornecidas pela polícia ao programa Alô, Você, do SBT, o responsável por deixar o corpo do empresário no local tinha conhecimento antecipado de que o espaço seria concretado. A intenção por trás desse ato seria tornar a descoberta do cadáver o mais difícil possível.

Quando o caso aconteceu?

A Polícia Civil de São Paulo continua a investigar o caso e já ouviu diversos depoimentos, incluindo os dos seguranças do Autódromo. É importante lembrar que Adalberto foi reportado como desaparecido em 30 de maio e seu corpo foi localizado dias depois, em 3 de junho.

O desaparecimento ocorreu após ele mencionar a um amigo que iria buscar seu carro no estacionamento. Sua esposa, Fernanda Dândalo, de 34 anos, estranhou a demora e contatou a polícia. Após buscas, seu corpo foi encontrado em um buraco de 3 metros de profundidade. O velório ocorreu na quarta-feira (04).

Laudo do IML desmente amigo

De acordo com o laudo do IML, o empresário não havia consumido álcool ou drogas durante o evento automotivo, contrariando o depoimento dado por seu amigo, Rafael Aliste, que estava com ele no local.

No depoimento à Polícia Civil de São Paulo, o amigo afirmou que Adalberto estava “muito nervoso, ansioso, agitado e eufórico” devido à mistura de álcool e drogas. Contudo, a delegada Ivalda Aleixo, responsável pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), já havia considerado esse comportamento estranho, especialmente considerando o efeito geralmente sedativo dessas substâncias.

Em um novo depoimento, o amigo da vítima foi submetido a uma técnica chamada perfilamento criminal, na qual especialistas como peritos, psicólogos e criminólogos analisam o comportamento da pessoa para compreender melhor sua mente e atitudes. Isso auxilia a polícia a identificar suspeitos em casos sem pistas claras.

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