"Marido": pai de 73 anos suspeito de engravidar filha adolescente é preso
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“Marido”: pai de 73 anos suspeito de engravidar filha adolescente é preso

O indígena, pai da menina de 12 anos, é acusado de estupro de vulnerável contra a filha.

Avatar De Redação - O SegredoRedação - O SegredoNotícias02/03/2023 às 11:02

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Foto: Divulgação/ Polícia Civil de Mato Grosso do Sul

O mandado de prisão contra o homem, que é indígena, foi cumprido ontem pela Delegacia de Polícia do município de Amambai (MS).

O que aconteceu:

  • O indígena A.G, pai da menina de 12 anos, é acusado de estupro de vulnerável contra a filha.
  • Com o trabalho investigativo da Polícia Civil e exames da Polícia Científica foi possível comprovar lesões de conjunção carnal na menina.
  • A polícia descobriu que a vítima está grávida do próprio pai.
  • De acordo com um relatório feito pelo Conselho Tutelar do município, a vítima é violentada pelo pai há anos.
  • A vítima teria começado a viver maritalmente com o pai depois que a mãe dela teria fugido de casa.

“Conforme as informações levantadas, a menina era obrigada, mesmo estando gestante, a manter relações sexuais com seu próprio pai”, explicou a polícia.

Diante das provas, a polícia pediu a prisão preventiva do homem, que foi aceita pelo Poder Judiciário e cumprida pela Polícia Civil.

Como o nome do homem não foi divulgado, a reportagem não conseguiu entrar em contato com a defesa dele.


Se você presenciar um episódio de violência contra crianças ou adolescentes, denuncie o quanto antes através do número 100, que está disponível todos os dias, em qualquer horário, seja através de ligação ou dos aplicativos WhatsApp e Telegram.

O mesmo número também atende denúncias sobre pessoas idosas, mulheres, pessoas com deficiência, pessoas em restrição de liberdade, comunidade LGBT e população em situação de rua. Além de denúncias de discriminação étnica ou racial e violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais.

Também é possível denunciar casos de maus-tratos e negligência a crianças e adolescentes nos Conselhos Tutelares, Polícias Civil e Militar e ao Ministério Público, bem como através dos números Disque 181, estadual; e Disque 156, municipal.

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