Jackson da Silva Ferreira, um personal trainer de 23 anos, morreu ao colidir sua moto em um muro durante uma corrida ilegal em Manaus

O personal trainer Jackson da Silva Ferreira, de 23 anos, morreu na tarde de domingo (16) após bater sua moto contra o muro de uma fábrica durante uma corrida em alta velocidade com outro motociclista.
O acidente ocorreu na rua Abelardo Barbosa, no bairro Aleixo, Zona Centro-Sul de Manaus.
Testemunhas registraram o momento exato da colisão. As imagens mostram o impacto violento, que aconteceu diante de diversas pessoas que acompanhavam a disputa.
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a participação em corridas, disputas ou competições automobilísticas não autorizadas é considerada crime.
A legislação prevê pena de detenção de 6 meses a 3 anos, além de multa e possível suspensão ou proibição de obter habilitação.
O vídeo mostra Jackson e outro motociclista — ambos sem capacete — iniciando a corrida ao mesmo tempo e acelerando lado a lado.
A disputa apresentava características clássicas de um “pega”, enquanto pessoas ao redor incentivavam a prática.
Durante o trajeto, os jovens contornaram o final da rua e retornaram pela ladeira em alta velocidade.
Jackson não conseguiu reduzir a tempo e acabou colidindo diretamente contra o muro de uma empresa, que ficou danificado devido à força do impacto.
Amigos prestaram os primeiros socorros e levaram o jovem ao Hospital João Lúcio às 14h35. No entanto, ele não resistiu aos ferimentos, e o óbito foi confirmado às 17h37.
Segundo o Instituto Médico Legal (IML), as causas da morte foram hemorragia cerebral, traumatismo cranioencefálico e choque hemorrágico, todos decorrentes do acidente.
Na unidade de saúde, a família informou que Jackson trabalhava como personal trainer e que a moto usada na corrida não era dele.
Segundo eles, o jovem “estava apenas brincando” quando a fatalidade ocorreu.
Até a última atualização desta reportagem, o portal O Segredo não conseguiu contato com familiares para novos esclarecimentos. O caso será investigado pela Polícia Civil, que deve analisar as imagens e ouvir testemunhas.
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