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Nova mutação do coronavírus chega mais rapidamente aos pulmões e seu contágio pode ser maior

A pandemia não está tão perto assim de acabar, conforme o novo estudo do Nervtag-Grupo Consultivo de Ameaças de Vírus Respiratórios Novos e Emergentes. Confira!



Segundo a pesquisa, a nova variante do coronavírus, que foi identificada no Reino Unido, representava 20% dos casos em novembro e aumentou drasticamente para 70%, em dezembro. Essa velocidade maior em relação à transmissão se deve ao fato de a nova cepa atingir mais rapidamente os pulmões.

Isso ocorre porque a variante se liga mais facilmente a uma proteína presente em grande quantidade nesse órgão – a ECA2 –, fazendo com que o vírus chegue mais potente ao organismo, de acordo com o imunologista Eduardo Nolasco.

Porém, a publicação do estudo adverte que não existem ainda indícios de que a cepa seja mais mortal, por isso a urgência em confirmar os dados científicos. Segundo o imunologista, por enquanto não há evidência de que a variante afete vacinas e tratamentos, mas que estão trabalhando urgentemente para responder a essas perguntas. Por enquanto, ela se mostrou mais transmissível.


A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo confirmou dois casos da cepa inglesa no Brasil. Ambas as vítimas residem em São Paulo e testaram positivo ao entrar em contato com viajantes oriundos da Inglaterra.

Seguem em observação. De acordo com o virologista do laboratório Dasa, José Eduardo Levi, a variante foi detectada nos testes PCR.

Com isso, não haverá falso negativo nos testes de rotina, tanto da rede privada quanto da pública.

Segundo o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde – Icict/Fiocruz, para que haja melhor monitoramento da pandemia, os testes são necessários e desempenham um papel muito importante, pois são ferramentas que desaceleram e reduzem a propagação do vírus, além de identificar rapidamente os infectados, funcionando como um rastreador, ajudando as autoridades de saúde a intervir mais efetivamente.


Contudo, em nosso país, a estratégia utilizada é o monitoramento da incidência de casos confirmados e óbitos, em que os resultados são limitados e atrasados em relação ao momento da infecção.

Além do Reino Unido e Brasil, 35 países confirmaram a nova cepa do vírus. A boa notícia é que a vacina se mostra capaz de combatê-la. Diante da situação, novo lockdown foi proposto pelo ministro britânico, Boris Johnson, no último dia 4, com o intuito de combater a proliferação da variante.

E quanto a nós, brasileiros? Devemos nos preocupar? Qual a sua opinião em relação a essa nova variante?

Deixe-a nos comentários, gostaríamos de saber!

 

Direitos autorais da imagem de capa: Depositphotos.

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