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Novo ano – quantas ondas precisamos pular para ver os sonhos realizados?

Quantas ondas precisamos pular para ver os sonhos realizados?



A vida é como ondas em ciclos de altos e baixos a serem transpostos. Saltar a onda também é uma chance de não sermos arrastados por elas.

Aliás, a água representa a vida, a fluidez, a sinuosidade e os diferentes movimentos.

Lançar um barco a Iemanjá, rememorando as antigas oferendas a Marduk, na Mesopotâmia, celebra as férteis e boas colheitas, aguardando que assim tudo continue. Através das crenças, persistimos e esperamos, não apenas no que depende de nós, mas o que não depende também.


Mas para “garantir”, melhor comer o Romã e guardar as sementes. Em períodos de fome, quem tem sementes tem alguma garantia de sobrevivência. Qual fome é maior que a esperança? Sem ela vivemos a inanição da alma…

E se ainda sentir que falta algo? Se vista de verde, amarelo, branco, vermelho ou azul… Precisamos dos símbolos e dos rituais, não pelo significado que eles tem, mas o que queremos e precisamos que eles representem em nosso cotidiano.

Recobrar as forças que um ano nos levou, bater a poeira das quedas que tivemos, recuperar a fé que tudo é algo além de um momento e que cada instante precisa ser celebrado, porque tudo é breve demais.

Um brinde de paz e saúde, com isso, todo o resto é possível!


Não planeje 2017 errado! aceite meu desafio!

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