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O amor é razão de viver… Preenche e alegra a vida, enquanto encanta a alma.

O amor é um sentimento, intenso, complexo e completo. Mas com toda a sua intensidade e complexidade, completa-se por inteiro. Preenche e alegra a vida enquanto encanta a alma.

Quando se ama, renasce-se e a vida se torna bela, cheia de sentido e a gente volta a sonhar, observar o céu e viajar nas estrelas.



O amor quando chega muda os planos da gente. É situação de desatino, causa perdida, trem desgovernado. Guerra santa, paixão e tentação, motivo de alucinação. Por onde passa deixa um rastro de saudade, um suspiro assumido, um caso acontecido.

Porque ter saudade é também recordar o lado bom das coisas. Saudades dos abraços, dos beijos num vai e vem de sensações e um turbilhão de emoções. Chega como quem não quer nada, mas acaba tomando tudo. Como quem não sabe de nada, mas compreende tudo. Como quem não quer morada, mas acaba arranjando lugar.

Chega fazendo a diferença. Mudando as coisas, toma as rédeas, mudando a estrada, vira a cabeça, deixa de quatro e arria os pneus. Deixa a gente sem rumo, sem prumo e sem chão. E quando a gente briga tem a sensação que foi crucificado, condenado a paixão, a morrer de amor e a padecer no paraíso.


Embora não seja fácil de entendê-lo, por ser complexo e sem explicação, ele acaba se desculpando. Resolvendo a situação e de quebra sendo o melhor presente.

Amar é ser surpreendido e ver-se cheio de dúvidas, acasos, sensações, emoções, esperanças. Nada é tão belo quanto a alegria do seu encontro e da sua chegada. Sabe ser esplêndido em toda a sua glória. Único em todo seu território. Faz morada na vida da gente.

O que a gente não compreende e não entende é que em tudo surpreende. Ele chega ao acaso, no aceno trocado, no caso falado, no abraço apertado. No beijo que foi roubado, no olhar que foi confirmado, no sorriso que foi dado.

Pode acontecer como algo diferente, acaso evidente, bilhete da gente, carta inocente, telefone que atende, whatsapp confidente, hora surpreendente. Naqueles dias cinzentos, que nada parece ter sentido e o tempo muda a estação, muda de cor.


Aquele dia em que o ônibus está atrasado, o carro está enguiçado, o metrô lotado. Você desiste e vai para a lanchonete ao lado e então na fila parado o encontro é marcado. É mais ou menos assim que do nada acaba acontecendo de tudo. O destino marcou, o caso fadou, o fato se deu, o santo bateu.

O coração nada pode fazer aceita de bom grado, se ajeita contente, fica envolvente, aceita sorridente, confirma o aparente. O amor não é aceitar tudo, mas acaba apaziguando e com tudo concordando. Por mais que não queira se entregar, começa a pirraçar, quer por tudo brigar, no final, deixa-se dominar, porque seu negócio é amar e tudo controlar.

Entre tapas e beijos, ódio e desejo, fogo e paixão duas almas se encontram, duas almas se completam, na certeza da amizade, do companheirismo, da beleza sublime de amar o desconhecido e ter o afeto correspondido. Atravessa fronteiras, desvenda horizontes, abre caminhos.

E nessas horas fazem planos juntos, partilham momentos. Sonham com o belo, entrelaçam os destinos, buscando sempre o melhor caminho, a melhor parceria, onde o amor faz morada e a vida passa a valer cada momento e ter motivo e razão para viver.

 

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Direitos autorais da imagem de capa: olegloktionov / 123RF Imagens

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