O conturbado clichê de querer entender os outros e a vida…

Chega a ser engraçado como estamos sempre querendo entender a vida, o que se passa, porque aquilo ou isso acontece, porque algumas pessoas saem da nossa vida sem explicação nenhuma e ficamos nessa total expectativa de entender.



São tantos porquês que acabamos por esquecer que não somos nós que estamos no comando de tudo.

Nós não podemos controlar quem entra e quem sai da nossa vida, só podemos dar boas razões para que fiquem.

“Ah mas eu fiz de tudo para tal pessoa”!


Entenda aquela simples frase: “Eu lhe dei R$ 10, ele lhe deu R$ 20, você achou que ele era melhor por ter dado a você mais dinheiro, Mas ele tinha R$ 500, eu tinha apenas R$ 10.”

Às vezes, o nosso tudo não é suficiente para a pessoa. Às vezes, estamos tão perdidos que não sabemos o que fazer e o que fazemos acaba por ser pouco, mas e aí a culpa é de quem?!

A culpa é de ninguém! Não existem culpados apenas existe a vida reorganizando tudo e você tendo que aceitar.

Dói, dói muito ver pessoas que não queremos sair de nossas vidas, mas, infelizmente, não temos controle sobre isso, só podemos seguir em frente e entender que aquela pessoa, talvez, já tenha feito sua missão na sua vida, e agora ela não segue mais com você, mas isso não torna ninguém errado, significa apenas que a vida seguiu e que você também tem que seguir.


Devemos parar de julgar tanto e se autojulgar, devemos sentir mais a leveza dos dias, devemos entender que não somos ninguém para julgar o próximo, que as leis estão aqui para isso, e atos ilícitos serão julgados pela lei.

Não podemos nos sentir no direito de julgar. No fundo, ninguém sabe o que o outro sente, ninguém sabe a dor do outro.

Também não podemos confundir a falta de caráter com as falhas humanas, porque o ser humano é fadado a falhar.

Somos pessoas, somos reais, temos defeitos, mas a falta de caráter não é um defeito, é uma escolha.

Que tal pararmos de olhar tanto os outros e olhar mais para nós mesmos?! Pare de esperar de alguém, faça você por você mesmo!

Quando você se apaixona por si mesmo e começa a focar realmente em si, não se decepciona mais, pois começa entender melhor a vida, entende que sempre existirão dias ruins e eles nos ajudam a lembrar a importância dos dias bons!

Nunca entenderemos a vida por completo, mas se começarmos por tentarmos entender a nós mesmo, já nos ajudará muito.

Mais “viver” e menos “entender”.


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