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O desafio do amor não está na igualdade, e sim na magia da diversidade

O desafio do amor não está na igualdade, e sim na magia da diversidade, que revela um mundo de cores, sabores, fantasias e alegrias, sentidas e percebidas de diferentes formas.



Na crendice da mesmice tudo seria preto e branco, na monotonia do desencanto.

No filme “O doador de memórias” (que vale a pena conferir), por exemplo, a vida funciona de forma pacata, estável e aparentemente “perfeita”, sem guerras e sofrimentos, mas também sem emoções, sem sentimentos, sem memórias.

O que mostra que a perfeição da criação não está na igualdade, e sim na diferença.


É necessário buscarmos sintonia, simpatia e empatia, e não um reflexo da própria personalidade, ausentando a individualidade do outro, como se procurássemos um “clone”, ou outra metade de nós, perdida em algum lugar.

Almas não são “gêmeas” e sim afins.

São pessoas que buscam o mesmo “fim” (finalidade), que lutam pelos mesmos ideais, e por isso caminham juntas, olhando na mesma direção, na realização de objetivos e sonhos em comum.

Cada pessoa possui um dom especial, mesmo que ainda não tenha descoberto.


Não somos obras do acaso, temos luz própria. Portanto, quando o desânimo bater à porta, lembre-se de que você é um ser único(a), e o que encanta é poder encontrar em você o que ainda não se revelou em mim, e poder lhe revelar o que somente em mim você encontrará.

Nas despedidas é que vemos tudo aquilo que sentimos…

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