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O desrespeito que você tem para com a sua própria energia serve de parâmetro para quem quer sugá-la

Se você não sente verdade e nem afinidade, não se culpe por se colocar indisponível. A outra parte sente o mesmo e só insiste se tiver outro interesse que não o afeto. – Arly Cravo

Vazamento de energia – 27 de setembro de 2018

Pelo olhar vazio ou distante, pelo abraço frio ou desprovido de afeto, pela fala estranha que simula um personagem, pelas frases formadas por clichês onde o sentimento está ausente, pelo aperto de mão formal, pelo sorriso na boca desacompanhado do sorriso no olhar, entre outras coisas, nós percebemos que a pessoa NÃO ESTÁ PRESENTE.



A origem disso pode ser timidez, mas pode ser também relação de uso.

Tanto numa hipótese quanto na outra, a pessoa ESTÁ SÓ COM ELA PRÓPRIA . Não está com você.

Se o contato for inevitável, tipo cativeiro profissional ou familiar, por exemplo, você pode e, em minha opinião, a bem da dignidade relacional, DEVE “dançar” da mesma forma, sempre com sentimentos amorosos.

Se esse contato puder ser evitado é um bem que você faz, por respeito à sua própria energia.

Se você não sente verdade e afinidade, não se culpe por se colocar indisponível.


A outra parte sente o mesmo e só insiste se tiver outro interesse que não o afeto.

O desrespeito que você tem e manifesta para com a sua própria energia serve de parâmetro para quem quer sugá-la. Foco no afeto!

Texto extraído do livro “Somos mais interessantes do que imaginamos, de Arly Cravo



Direitos autorais da imagem de capa: wallhere / 1138997

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